De acordo com as palavras do jogador, a felicidade proporcionada pelo título é comparável àquela sentida na ocasião do nascimento de seus três filhos: Nicolás, Thiago e Bianca. O jogador diz ainda que "o foco em ser campeão era maior do que tudo" e que pensava na família, nos amigos, em seu país e em sua cidade, além dos milhões de são paulinos que estavam no Brasil.
Lugano lembra que a equipe ficou "impressionada" ao assistir de perto a fácil classificação do Liverpool à decisão, após uma vitória por 3 a 0 sobre o Saprissa, da Costa Rica. No dia anterior, o São Paulo havia garantido sua vaga a duras penas, com uma vitória por 3 a 2 sobre o Al-Ittihad, da Arábia Saudita.
"No gol do Mineirinho foi uma festa só. Fiz questão de atravessar todo o campo para dar um abraço nele. Ele é um cara fantástico, merecia esse prêmio. Uma sensação ótima tomou conta do time, mas sabíamos que não estava nada ganho e por isso seguimos firmes, fortes na defesa, com muita marcação de todo mundo que estava em campo", lembra o ex-camisa 5 do São Paulo, que ainda elogiou Rogério Ceni.
"As defesas do Rogério são inesquecíveis também. Acho que poderíamos jogar por muito mais tempo que o título seria nosso. A gente não tomaria gol de jeito nenhum. Não tinha como não ser tricampeão naquele jogo", escreveu.
No fim do texto, Lugano diz que o planejamento traçado desde o início do ano foi recompensado. Ele agradece o falecido ex-presidente Marcelo Portugal Gouvêa, responsável por bancar sua contratação em 2003. Na ocasião, contestado por torcedores e jornalistas, o atleta chegou a ser chamado de "zagueiro do presidente."

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