"Eu sempre consegui as coisas com muita simplicidade e honestidade. O simples fato de as pessoas que comandam terem a preocupação de fazer o julgamento do árbitro me deixa tranquilo em relação a isso. O juiz colocou na súmula uma coisa inexistente e vai ter que se justificar. Não tenho dúvida em relação a absolvição do Lucas", disse.
O meia foi marcado de forma implacável por Everton Sena nos dois jogos diante do Santa Cruz. Já nos minutos finais da partida, Gutemberg de Paula Fonseca viu uma cotovelada do são-paulino no adversário e expulsou os dois. Nas imagens de televisão, no entanto, é impossível ver a agressão relatada pelo árbitro.
Enquadrado no artigo que versa sobre "praticar agressão física", Lucas confessa que estava preocupado. "Na hora que vi a notícia que poderia pegar até 12 jogos, fiquei meio assustado, apesar de saber que não fiz nada. Agora, estou mais tranquilo e aliviado por saber que ele (o árbitro) também vai ser julgado", disse.
Caso o São Paulo decida que Lucas deve participar do julgamento, o meia não vê qualquer tipo de problema. "Se precisar, vou de cabeça erguida. Eu não sou violento, não fiz nada. Na maioria das vezes, sempre apanho e não bato em ninguém", afirmou.
Antes do julgamento, o São Paulo enfrenta a Portuguesa às 16 horas (de Brasília) deste domingo, na Arena Barueri, nas quartas de final do Campeonato Paulista. "Isso (a expulsão) já passou, é uma página virada. Meu pensamento está jogo contra a Portuguesa. Depois, vou me preocupar com o julgamento", disse o atleta.
Caso Lucas seja absolvido pelo STDJ, ele pode retornar ao time no confronto decisivo com o Goiás, às 21h50 da próxima quarta-feira, no Morumbi. Como venceu no Serra Dourada por 1 a 0, o São Paulo garante a classificação para as quartas de final com um empate.

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