Alex Silva diz que não ficaria calado se fosse ele o atacado. “A torcida pode cobrar, jogar pipoca, fazer o que quiser na porta do estádio. Mas perde a razão quando parte para a pressão. Esse cara nem sabia que o carro era do Jean. Se fosse com o meu carro, seria diferente”, disse o defensor à Rádio Estadão ESPN.
O zagueiro ainda defendeu o técnico Paulo César Carpegiani, que surpreendentemente teve sua permanência no clube anunciada ontem, depois de ter recebido críticas públicas do meia Rivaldo e da própria diretoria são-paulina. Alex também já havia tido problemas com o treinador anteriormente.
“Talvez se a gente passasse pelo Avaí e fosse campeão da Copa do Brasil, tudo isso seria encoberto por parte da imprensa. Meu episódio com ele - Carpegiani - foi resolvido e tenho confiança nele. Com outros jogadores, não sei qual foi o problema. Acho que o São Paulo acertou na permanência. Se sai o Paulo, talvez todos nós não saberíamos como iríamos enfrentar o Fluminense.”
Sobre o jogo com o time carioca, domingo, fora de casa, na estreia do Campeonato Brasileiro, Alex Silva disse que pretende estar em campo, apesar de problemas físicos. “Estou com um problema na coxa e um pouco de dor, mas não vai me impedir de jogar no domingo.”
Língua afiada
Em outra entrevista, desta vez à Rádio Transamérica, Alex Silva deu outra declaração polêmica, com dirigentes tricolores como alvos. "A gente sabe que antes do resultado negativo tinha diretor aqui no gramado. E, de repente, eles sumiram. É fácil vir dar entrevista quando ganha título e sumir quando perde."

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