Na noite de quinta-feira, o São Paulo foi eliminado da Copa do Brasil após derrota por 3 a 1 para o Avaí, na Ressacada. Depois do jogo, Rivaldo disse que tinha sido humilhado pelo treinador, que optou por não utilizá-lo na partida.
Carpegiani tentou ser político, mas rebateu. “Cada um tem o seu caráter”, disse o treinador. A crise no São Paulo estava detonada.
Após a partida, o treinador foi a Camboriú, onde passou a noite. Nesta sexta, ele está em Porto Alegre. Em tese, Carpegiani teria de se reapresentar na segunda-feira, após três dias de folga.
A condição do treinador para voltar seria a ausência de Rivaldo. Carpegiani pediu o afastamento imediato do jogador e não queria vê-lo no clube na segunda-feira.
Agora, a diretoria do São Paulo já tomou sua decisão. O próximo passo é estudar uma forma de conduzir a demissão do técnico para evitar um desgaste ainda maior no clube. Além disso, os dirigentes querem evitar a repetição do que aconteceu em 2010, quando o São Paulo demitiu Ricardo Gomes. Sem opção de um substituto no mercado, o time teve de ficar com um treinador interino, Sérgio Baresi, por boa parte do Campeonato Brasileiro.

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