"É difícil, mas estou no bolo também, assim como o Rogério Ceni. Todo mundo tem o pensamento de vitória e de conquistar objetivos. Todos são cobrados, alguns de forma mais ríspida, mas cada um tem sua parcela de culpa", afirmou.
Curiosamente, Dagoberto vive agora uma situação oposta à do ano passado, quando foi considerado quase sozinho como o responsável pela eliminação na Copa Libertadores da América. Na época, as críticas foram feitas nos bastidores do próprio clube.
"No ano passado, achei injusta a forma como fui tratado, senti na pele como foi difícil. Mas tenho minha personalidade para sair de momentos difíceis. Junto com todos vamos dar muita alegria para essa torcida", comentou.
As manifestações da torcida foram desencadeadas pela queda na Copa do Brasil, diante do Avaí. Poucas horas depois da eliminação, os muros do Morumbi foram pichados, com cobranças contra o presidente Juvenal Juvêncio, o técnico Paulo César Carpegiani e jogadores, como Jean, Lucas e Xandão.
Já na segunda-feira, os torcedores compareceram em frente ao CT da Barra Funda e protestaram, gritando contra Juan, Casemiro, Carlinhos Paraíba, Marlos, Rodrigo Souto, Alex Silva e Miranda.

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