Treinador conheceu um pouco mais a estrutura são-paulina
No dia em que completa uma semana de clube, o técnico Ricardo Gomes teve a possibilidade de conhecer o Centro de Formação de Atletas, em Cotia, onde trabalham as categorias de base do Tricolor.
Impressionado com a qualidade das instalações e com o trabalho realizado, o treinador ressaltou a importância da ligação entre o profissional e as categorias inferiores e garantiu que estará sempre atento aos novos craques formados pelo São Paulo.
Para ver as fotos da visita de Ricardo Gomes entre:http://flog.clickgratis.com.br/saopaulofc/foto/ricardo-gomes-e-milton-cruz-caminham-pelo-cfa-de-cotia/257139.htm (as fotos são as de nº 240 até 270)
São Paulo Minha Vida,um amor sem fim!
quarta-feira, 1 de julho de 2009
"Nem no primeiro mundo tem algo assim"
Ricardo Gomes conhece CFA de Cotia e elogia estrutura são-paulina
O técnico Ricardo Gomes esteve na manhã desta quarta-feira (01) no Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia. Convidado pela diretoria do clube, o novo comandante são-paulino foi conhecer as instalações das categorias de base do Tricolor.
A impressão deixada em Ricardo Gomes não poderia ter sido melhor. O treinador gostou muito do que viu em Cotia. "Não vou falar que é uma estrutura de primeiro mundo porque nem no primeiro mundo tem algo assim. É uma evolução fantástica. O São Paulo está muito na frente", diz Gomes
Acompanhado pelo auxiliar técnico Milton Cruz e pelo superintendente de futebol Marco Aurélio Cunha, o técnico conheceu todas as dependências do CFA de Cotia, como os campos, o REFFIS, a parte administrativa, os dormitórios, além da estrutura complementar.
"É um espaço magnífico. O clube oferece todas as condições para que novos talentos sejam formados e rendam frutos ao São Paulo no futuro", disse Ricardo Gomes.
Após essa volta e já acompanhado por todas as comissões técnicas das categorias de base, além de alguns funcionários e diretores, o treinador foi para o auditório assistir a um vídeo institucional, além de conhecer um pouco mais das diretrizes aplicadas nas categorias de base do São Paulo.
O diretor das categorias de base, Marcos Novaes, o gerente Geraldo de Oliveira e o coordenador Marcelo Lima falaram em nome do São Paulo e explicaram as metodologias aplicada da categoria sub-13 até a sub-20.
"Quanto melhor se forma um atleta, mais fácil fica para o treinador da equipe principal. Um atleta bem formado é o resultado de todo o trabalho do clube. Quanto mais jogadores formados na base melhor para o clube. Se forem bons e bem formados então melhor para o treinador. Todos saem ganhando", contou Ricardo Gomes, que exaltou a política de formação de atletas.
"Estão todos de parabéns. Conheço muito bem a formação de atletas no futebol francês, que é muito competente, e percebo que aqui os trabalhos estão sendo muito bem feitos", afirmou o treinador, que acredita num trabalho diferenciado por parte do Tricolor.
"Um jogador formado pelo São Paulo com certeza será diferenciado. Ele sairá com toda a estrutura de um atleta e também de um cidadão, o que é muito importante", diz o técnico, citando Kaká, exemplo dentro e fora de campo.
Ricardo Gomes ressaltou ainda a importância da formação dos atletas no futebol brasileiro. "A formação é a solução para a grande dificuldade que vive o futebol brasileiro e o São Paulo está conseguindo aliar os resultados atuais (tricampeonato nacional) com a formação, o que é muito importante", destaca.
Depois de suas colocações, Ricardo Gomes debateu sobre futebol com os técnicos Marcos Vizolli (categoria júnior), Zé Sérgio (juvenil), Bruno Petri (infantil) e Sergio Baresi (super-20). Variações táticas, culturas européias, questões técnicas, dentre outros assuntos foram abordados na conversa.
Solícito, Ricardo Gomes se colocou a disposição para conversar futuramente com membros de cada comissão técnica das categorias de base. "Estou à disposição para conversar sobre futebol com vocês quando for necessário. Acho importante esse nosso contato e estou sempre aberto ao diálogo", ressaltou o comandante são-paulino.
Milton Cruz, auxiliar e observador técnico do time, destacou a importância dessa ligação entre a base e o profissional. "Essa visita foi importante para criar mais afinidade. O trabalho está sendo muito bem feito e espero que a cada dia mais a gente consiga ter uma ligação maior entre a base e o profissional, todos trabalhando juntos em prol do São Paulo", completou Cruz.
Marcos Novaes, diretor das categorias de base, também ressaltou essa comunicação entre o CFA de Cotia e o CT da Barra Funda.
"Esse contato com o futebol profissional é muito importante para todos aqui da base. Essa integração é fundamental para o sucesso do São Paulo Futebol Clube", explicou Novaes.
Antes de retornar ao Centro de Treinamento da Barra Funda, onde comandará um treinamento, Ricardo Gomes pode almoçar junto com os diretores, funcionários, membros da comissão técnica e atletas das categorias de base.
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O técnico Ricardo Gomes esteve na manhã desta quarta-feira (01) no Centro de Formação de Atletas Laudo Natel, em Cotia. Convidado pela diretoria do clube, o novo comandante são-paulino foi conhecer as instalações das categorias de base do Tricolor.
A impressão deixada em Ricardo Gomes não poderia ter sido melhor. O treinador gostou muito do que viu em Cotia. "Não vou falar que é uma estrutura de primeiro mundo porque nem no primeiro mundo tem algo assim. É uma evolução fantástica. O São Paulo está muito na frente", diz Gomes
Acompanhado pelo auxiliar técnico Milton Cruz e pelo superintendente de futebol Marco Aurélio Cunha, o técnico conheceu todas as dependências do CFA de Cotia, como os campos, o REFFIS, a parte administrativa, os dormitórios, além da estrutura complementar.
"É um espaço magnífico. O clube oferece todas as condições para que novos talentos sejam formados e rendam frutos ao São Paulo no futuro", disse Ricardo Gomes.
Após essa volta e já acompanhado por todas as comissões técnicas das categorias de base, além de alguns funcionários e diretores, o treinador foi para o auditório assistir a um vídeo institucional, além de conhecer um pouco mais das diretrizes aplicadas nas categorias de base do São Paulo.
O diretor das categorias de base, Marcos Novaes, o gerente Geraldo de Oliveira e o coordenador Marcelo Lima falaram em nome do São Paulo e explicaram as metodologias aplicada da categoria sub-13 até a sub-20.
"Quanto melhor se forma um atleta, mais fácil fica para o treinador da equipe principal. Um atleta bem formado é o resultado de todo o trabalho do clube. Quanto mais jogadores formados na base melhor para o clube. Se forem bons e bem formados então melhor para o treinador. Todos saem ganhando", contou Ricardo Gomes, que exaltou a política de formação de atletas.
"Estão todos de parabéns. Conheço muito bem a formação de atletas no futebol francês, que é muito competente, e percebo que aqui os trabalhos estão sendo muito bem feitos", afirmou o treinador, que acredita num trabalho diferenciado por parte do Tricolor.
"Um jogador formado pelo São Paulo com certeza será diferenciado. Ele sairá com toda a estrutura de um atleta e também de um cidadão, o que é muito importante", diz o técnico, citando Kaká, exemplo dentro e fora de campo.
Ricardo Gomes ressaltou ainda a importância da formação dos atletas no futebol brasileiro. "A formação é a solução para a grande dificuldade que vive o futebol brasileiro e o São Paulo está conseguindo aliar os resultados atuais (tricampeonato nacional) com a formação, o que é muito importante", destaca.
Depois de suas colocações, Ricardo Gomes debateu sobre futebol com os técnicos Marcos Vizolli (categoria júnior), Zé Sérgio (juvenil), Bruno Petri (infantil) e Sergio Baresi (super-20). Variações táticas, culturas européias, questões técnicas, dentre outros assuntos foram abordados na conversa.
Solícito, Ricardo Gomes se colocou a disposição para conversar futuramente com membros de cada comissão técnica das categorias de base. "Estou à disposição para conversar sobre futebol com vocês quando for necessário. Acho importante esse nosso contato e estou sempre aberto ao diálogo", ressaltou o comandante são-paulino.
Milton Cruz, auxiliar e observador técnico do time, destacou a importância dessa ligação entre a base e o profissional. "Essa visita foi importante para criar mais afinidade. O trabalho está sendo muito bem feito e espero que a cada dia mais a gente consiga ter uma ligação maior entre a base e o profissional, todos trabalhando juntos em prol do São Paulo", completou Cruz.
Marcos Novaes, diretor das categorias de base, também ressaltou essa comunicação entre o CFA de Cotia e o CT da Barra Funda.
"Esse contato com o futebol profissional é muito importante para todos aqui da base. Essa integração é fundamental para o sucesso do São Paulo Futebol Clube", explicou Novaes.
Antes de retornar ao Centro de Treinamento da Barra Funda, onde comandará um treinamento, Ricardo Gomes pode almoçar junto com os diretores, funcionários, membros da comissão técnica e atletas das categorias de base.
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Jorge Wagner larga na frente
Camisa 7 treinou na posição de Richarlyson. André Dias e Miranda formaram a dupla de zaga no treinamento desta quarta-feira
No treinamento desta quarta-feira, que aconteceu no período da tarde, o técnico Ricardo Gomes começou a desenhar o time que entrará em campo contra o Coritiba, no próximo domingo, em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.
Em uma movimentação entre dois times, que aconteceu no campo principal do Centro de Treinamento, a equipe que deve ser a titular começou escalada com Jorge Wagner na vaga de Richarlyson e André Dias e Miranda formando a dupla de zaga.
Dessa forma, os 11 titulares foram: Denis; Zé Luis, André Dias, Miranda e Junior Cesar; Eduardo Costa, Hernanes, Jorge Wagner e Marlos; Borges e Washington. Antes, o comandate do clube proporcionou uma atividade de ataque contra defesa.
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No treinamento desta quarta-feira, que aconteceu no período da tarde, o técnico Ricardo Gomes começou a desenhar o time que entrará em campo contra o Coritiba, no próximo domingo, em jogo válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.
Em uma movimentação entre dois times, que aconteceu no campo principal do Centro de Treinamento, a equipe que deve ser a titular começou escalada com Jorge Wagner na vaga de Richarlyson e André Dias e Miranda formando a dupla de zaga.
Dessa forma, os 11 titulares foram: Denis; Zé Luis, André Dias, Miranda e Junior Cesar; Eduardo Costa, Hernanes, Jorge Wagner e Marlos; Borges e Washington. Antes, o comandate do clube proporcionou uma atividade de ataque contra defesa.
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Ex-titulares brigam pela vaga de Richarlyson
Jean e Jorge Wagner são os primeiros candidatos para substituir o camisa 20, lesionado
Jean participou de 31 dos 37 jogos do São Paulo no ano. Jorge Wagner fez apenas um jogo a menos. O volante, por sua vez, foi titular em todos eles e só ficou fora por conta de uma lesão nas costas. Já o camisa 7 chegou a ficar no banco outras vezes, tendo entrado no decorrer do de quatro jogos - o último deles na estreia de Ricardo Gomes.
Jean e Jorge Wagner são dois dos atletas que mais atuaram no ano. Hernanes é o único atleta do elenco que ultrapassa Jean, com uma partida a mais. Washington, com 31 jogos, iguala Jean e supera Jorge.
Na estreia do técnico Ricardo Gomes, contra o Náutico, nem Jean nem Jorge Wagner foram escalados. O meia ainda entrou no decorrer do jogo. Ambos estão sendo muito elogiados pelo treinador e devem ganhar oportunidades entre os titulares.
Para a partida de domingo, contra o Coritiba, no estádio Couto Pereira, é possível que apenas um deles tenha chance de começar novamente uma partida como titular. O desfalque de Richarlyson, que ficará fora do time por um mês devido a um entorse no joelho esquerdo, abriu uma vaga no meio e o técnico Ricardo Gomes já adiantou algumas possibilidades.
"Tenho algumas opções que vou definir durante os treinamentos até o final da semana. Mas posso falar que o Jean e o Jorge Wagner são boas opções. A minha ideia é aproveitar essa força do meio. Claro que não gostei de perder o Richarlyson, mas tenho opções para repor" disse o novo técnico.
Por mais provável que seja, disputa para a vaga de Richarlyson, no entanto, não se restringe aos dois. Hugo ganha força com o treinador, apesar de atuar mais próximo dos atacantes. "São situações que preciso definir após treinamentos, ainda é cedo. Mas claro que o Hugo é uma grande opção para a partida", completou.
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Jean participou de 31 dos 37 jogos do São Paulo no ano. Jorge Wagner fez apenas um jogo a menos. O volante, por sua vez, foi titular em todos eles e só ficou fora por conta de uma lesão nas costas. Já o camisa 7 chegou a ficar no banco outras vezes, tendo entrado no decorrer do de quatro jogos - o último deles na estreia de Ricardo Gomes.
Jean e Jorge Wagner são dois dos atletas que mais atuaram no ano. Hernanes é o único atleta do elenco que ultrapassa Jean, com uma partida a mais. Washington, com 31 jogos, iguala Jean e supera Jorge.
Na estreia do técnico Ricardo Gomes, contra o Náutico, nem Jean nem Jorge Wagner foram escalados. O meia ainda entrou no decorrer do jogo. Ambos estão sendo muito elogiados pelo treinador e devem ganhar oportunidades entre os titulares.
Para a partida de domingo, contra o Coritiba, no estádio Couto Pereira, é possível que apenas um deles tenha chance de começar novamente uma partida como titular. O desfalque de Richarlyson, que ficará fora do time por um mês devido a um entorse no joelho esquerdo, abriu uma vaga no meio e o técnico Ricardo Gomes já adiantou algumas possibilidades.
"Tenho algumas opções que vou definir durante os treinamentos até o final da semana. Mas posso falar que o Jean e o Jorge Wagner são boas opções. A minha ideia é aproveitar essa força do meio. Claro que não gostei de perder o Richarlyson, mas tenho opções para repor" disse o novo técnico.
Por mais provável que seja, disputa para a vaga de Richarlyson, no entanto, não se restringe aos dois. Hugo ganha força com o treinador, apesar de atuar mais próximo dos atacantes. "São situações que preciso definir após treinamentos, ainda é cedo. Mas claro que o Hugo é uma grande opção para a partida", completou.
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Disputa começa no gol e vai até o ataque
Bosco, André Dias, Miranda e Dagoberto voltam a ficar à disposição e abrem concorrência na equipe titular
Não é apenas a vaga de Richarlyson (machucado) que está aberta. O técnico Ricardo Gomes afirmou que sua equipe só será definida entre sexta-feira e sábado, quando serão finalizados os trabalhos voltados ao jogo com o Coritiba.
No gol, Bosco volta a ser relacionado após oito jogos, e duela com Denis pela titularidade. "Vou definir isso na sexta. Quero aproveitar esse tempo pra pensar bem e decidir. Essa disputa é boa, vou analisar dentro do trabalho feito na semana. Tenho que levar em conta o momento do Denis, mas a experiência do Bosco também é importante", disse o treinador.
A defesa volta a contar com André Dias e Miranda e com certeza terá outra formação - Jean Rolt e Renato Silva foram os titulares contra o Náutico.
"Não vou mudar de esquema tático só por tenho mais zagueiros. No último jogo fiz minha escolha e deixei jogadores importantes do meio-campo fora do time titular. Isso pode se repetir na zaga. Espero ter essa decisão depois de trabalhar a parte tática. O Renato e o Jean foram muito bem juntos, vamos ver o que acontece", completou Ricardo Gomes, que tem cinco zagueiros à sua disposição.
Até a lateral direita, da qual Zé Luis parece ser o dono, o treinador não descarta mudanças. Ricardo Gomes exaltou outros atletas do elenco que podem fazer esse papel caso seja necessário. "O Zé está muito bem, mas além dele, temos o Jean, o Arouca, ou até usar um zagueiro. Vamos observar", afirmou.
Dagoberto, que já treina com bola e deve ter condições de jogo após três partidas longe dos gramados devido a dores no adutor da coxa direita, é mais uma volta que pode causar alterações no time. Ricardo Gomes afirma que a composição do meio de campo é que definirá quais jogadores serão titulares do ataque.
"Depende do meio-campo, de que tipo de jogo vou colocar para os meus atacantes. Se vou ficar cruzando, se tenho mais toque de bola. Tudo isso ainda não está definido. Acredito que mais uma vez o nosso ponto forte é o meio, e definindo isso vai ajudar bastante na escolha dos atacantes."
A escalação de três jogadores de frente juntos é uma opção difícil, mas não impossível de ser vista no Tricolor. "Essa é uma opção que não é fácil, porque tem que mexer na estrutura do time. É todo um processo. Não dá pra falar de uma parte sem falar do todo. Mas não é impossível", finalizou Ricardo Gomes.
Com Miranda, André Dias, Dagoberto e Bosco novamente à disposição, o técnico são-paulino só não poderá contar com Rogério Ceni e Richarlyson para enfrentar o Coritiba, no próximo domingo.
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Não é apenas a vaga de Richarlyson (machucado) que está aberta. O técnico Ricardo Gomes afirmou que sua equipe só será definida entre sexta-feira e sábado, quando serão finalizados os trabalhos voltados ao jogo com o Coritiba.
No gol, Bosco volta a ser relacionado após oito jogos, e duela com Denis pela titularidade. "Vou definir isso na sexta. Quero aproveitar esse tempo pra pensar bem e decidir. Essa disputa é boa, vou analisar dentro do trabalho feito na semana. Tenho que levar em conta o momento do Denis, mas a experiência do Bosco também é importante", disse o treinador.
A defesa volta a contar com André Dias e Miranda e com certeza terá outra formação - Jean Rolt e Renato Silva foram os titulares contra o Náutico.
"Não vou mudar de esquema tático só por tenho mais zagueiros. No último jogo fiz minha escolha e deixei jogadores importantes do meio-campo fora do time titular. Isso pode se repetir na zaga. Espero ter essa decisão depois de trabalhar a parte tática. O Renato e o Jean foram muito bem juntos, vamos ver o que acontece", completou Ricardo Gomes, que tem cinco zagueiros à sua disposição.
Até a lateral direita, da qual Zé Luis parece ser o dono, o treinador não descarta mudanças. Ricardo Gomes exaltou outros atletas do elenco que podem fazer esse papel caso seja necessário. "O Zé está muito bem, mas além dele, temos o Jean, o Arouca, ou até usar um zagueiro. Vamos observar", afirmou.
Dagoberto, que já treina com bola e deve ter condições de jogo após três partidas longe dos gramados devido a dores no adutor da coxa direita, é mais uma volta que pode causar alterações no time. Ricardo Gomes afirma que a composição do meio de campo é que definirá quais jogadores serão titulares do ataque.
"Depende do meio-campo, de que tipo de jogo vou colocar para os meus atacantes. Se vou ficar cruzando, se tenho mais toque de bola. Tudo isso ainda não está definido. Acredito que mais uma vez o nosso ponto forte é o meio, e definindo isso vai ajudar bastante na escolha dos atacantes."
A escalação de três jogadores de frente juntos é uma opção difícil, mas não impossível de ser vista no Tricolor. "Essa é uma opção que não é fácil, porque tem que mexer na estrutura do time. É todo um processo. Não dá pra falar de uma parte sem falar do todo. Mas não é impossível", finalizou Ricardo Gomes.
Com Miranda, André Dias, Dagoberto e Bosco novamente à disposição, o técnico são-paulino só não poderá contar com Rogério Ceni e Richarlyson para enfrentar o Coritiba, no próximo domingo.
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Exaltado pela educação, Ricardo Gomes já é vista como "Parreira mais ousado"
Ao ser demitido do São Paulo, Muricy Ramalho deixou duas marcas: o inédito tricampeonato brasileiro consecutivo e um temperamento 'rabugento', com respostas secas e raros sorrisos nas entrevistas. Em seu lugar, o presidente Juvenal Juvêncio anunciou Ricardo Gomes, enaltecendo sua "postura e experiência europeia". Uma semana após sua apresentação, o ex-zagueiro mostrou mais e é até comparado a Carlos Alberto Parreira.
Desde quando chegou ao Morumbi, o novo técnico tem conversado muito com seus jogadores, apostando no trabalho psicológico para recuperar a autoestima de seus atletas. Em sua estreia, na vitória por 2 a 0 sobre o Náutico no sábado, quem estava acostumado a ver Muricy se contorcer e gritar sem parar durante os jogos se surpreendeu com um treinador sereno à beira do campo, ficando de pé o tempo todo e só descruzando os braços para bater palmas de incentivo, chamando o comandado pelo nome.
Além do 'posicionamento' no gramado, Ricardo também tem se diferenciado de seu antecessor nas entrevistas. Se Muricy nem esperava o fim das perguntas que não gostava para criticar o autor, seu substituto limita-se a erguer a sobrancelha ao ouvir algo que não concorda.
"Vejo no Ricardo muito do Parreira. Você vê a educação com que ele responde as perguntas, o jeito que ele fala, a postura nas entrevistas. É muito parecido", comparou o superintendente de futebol tricolor, Marco Aurélio Cunha, com uma ressalva. "Mas ele tem mais ousadia que o Parreira. Fala muito em um jogo vertical, objetivo no ataque."
Parreira e Ricardo Gomes conviveram em três oportunidades. Na primeira, em 1984, o então zagueiro era comandado pelo já treinador no único título brasileiro da história do Fluminense. Entre 1992 e 1994, se reencontraram na seleção brasileira - Ricardo só não jogou a Copa do Mundo de 1994 por contusão. O último contato profissional ocorreu em 2003 e 2004, quando o atual técnico do São Paulo estava à frente do time olímpico do Brasil e Parreira cuidava da equipe principal.
"Na época em que eu era zagueiro, já trocava informações com o Parreira, mas nem pensava em adquirir nada. Isso nem passa pela sua cabeça quando você é jogador, era só uma conversa. Mas fica marcado. Ele é um grande treinador e eu falava com ele como falei com todos com quem trabalhei", comentou Ricardo Gomes à 'GE.Net,' sem atribuir sua tendência ofensiva a nenhum ex-chefe especificamente. "Esta é uma leitura de jogo minha, vem à cabeça inconscientemente. Vem de toda a minha carreira", argumentou.
A influência do tetracampeão mundial limita-se à parte da filosofia de trabalho, segundo o ex-zagueiro. A postura 'discreta' no gramado é uma necessidade. "Como vou gritar em um estádio com 100 mil pessoas? Quando o jogador passa do meu lado, falo alguma coisa, mas e quem está do lado oposto? Já recebi críticas por isso, mas o meu trabalho é durante a semana, tentando antecipar algo para o jogador entrar em campo sabendo o que vai fazer", justificou.
A comparação com Parreira, entretanto, nem sempre é boa, principalmente ao se falar de São Paulo. O atual comandante do Fluminense passou pelo Morumbi em 1996 e deixou o clube sob comentários de problemas de relacionamento com os jogadores. Sem tocar no assunto, Ricardo Gomes prefere seguir Muricy Ramalho em um discurso similar ao "Aqui é trabalho!".
"Tenho a semana de treino toda planejada. Nenhum treino é feito por acaso, todos têm um objetivo. E falei muito pouco com os jogadores antes da estreia para eles não entrarem em campo com a cabeça cheia. Eles têm é que jogar bola, com simplicidade", ensinou o novo treinador, que pede de dois a três meses para poder avaliar bem o desempenho em seu primeiro clube brasileiro desde 2004.
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Desde quando chegou ao Morumbi, o novo técnico tem conversado muito com seus jogadores, apostando no trabalho psicológico para recuperar a autoestima de seus atletas. Em sua estreia, na vitória por 2 a 0 sobre o Náutico no sábado, quem estava acostumado a ver Muricy se contorcer e gritar sem parar durante os jogos se surpreendeu com um treinador sereno à beira do campo, ficando de pé o tempo todo e só descruzando os braços para bater palmas de incentivo, chamando o comandado pelo nome.
Além do 'posicionamento' no gramado, Ricardo também tem se diferenciado de seu antecessor nas entrevistas. Se Muricy nem esperava o fim das perguntas que não gostava para criticar o autor, seu substituto limita-se a erguer a sobrancelha ao ouvir algo que não concorda.
"Vejo no Ricardo muito do Parreira. Você vê a educação com que ele responde as perguntas, o jeito que ele fala, a postura nas entrevistas. É muito parecido", comparou o superintendente de futebol tricolor, Marco Aurélio Cunha, com uma ressalva. "Mas ele tem mais ousadia que o Parreira. Fala muito em um jogo vertical, objetivo no ataque."
Parreira e Ricardo Gomes conviveram em três oportunidades. Na primeira, em 1984, o então zagueiro era comandado pelo já treinador no único título brasileiro da história do Fluminense. Entre 1992 e 1994, se reencontraram na seleção brasileira - Ricardo só não jogou a Copa do Mundo de 1994 por contusão. O último contato profissional ocorreu em 2003 e 2004, quando o atual técnico do São Paulo estava à frente do time olímpico do Brasil e Parreira cuidava da equipe principal.
"Na época em que eu era zagueiro, já trocava informações com o Parreira, mas nem pensava em adquirir nada. Isso nem passa pela sua cabeça quando você é jogador, era só uma conversa. Mas fica marcado. Ele é um grande treinador e eu falava com ele como falei com todos com quem trabalhei", comentou Ricardo Gomes à 'GE.Net,' sem atribuir sua tendência ofensiva a nenhum ex-chefe especificamente. "Esta é uma leitura de jogo minha, vem à cabeça inconscientemente. Vem de toda a minha carreira", argumentou.
A influência do tetracampeão mundial limita-se à parte da filosofia de trabalho, segundo o ex-zagueiro. A postura 'discreta' no gramado é uma necessidade. "Como vou gritar em um estádio com 100 mil pessoas? Quando o jogador passa do meu lado, falo alguma coisa, mas e quem está do lado oposto? Já recebi críticas por isso, mas o meu trabalho é durante a semana, tentando antecipar algo para o jogador entrar em campo sabendo o que vai fazer", justificou.
A comparação com Parreira, entretanto, nem sempre é boa, principalmente ao se falar de São Paulo. O atual comandante do Fluminense passou pelo Morumbi em 1996 e deixou o clube sob comentários de problemas de relacionamento com os jogadores. Sem tocar no assunto, Ricardo Gomes prefere seguir Muricy Ramalho em um discurso similar ao "Aqui é trabalho!".
"Tenho a semana de treino toda planejada. Nenhum treino é feito por acaso, todos têm um objetivo. E falei muito pouco com os jogadores antes da estreia para eles não entrarem em campo com a cabeça cheia. Eles têm é que jogar bola, com simplicidade", ensinou o novo treinador, que pede de dois a três meses para poder avaliar bem o desempenho em seu primeiro clube brasileiro desde 2004.
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Ricardo Gomes crê em São Paulo mais forte em agosto, mesmo com prováveis baixas
O São Paulo já não vai mais contar com Rodrigo e tem Hernanes, Miranda, Jorge Wagner, André Dias e Hugo sondados por clubes do exterior. Mas Ricardo Gomes confia que, quando encerrar o período de transferências para fora do país em agosto, o elenco pode estar mais forte do que em janeiro, quando manteve todos do plantel campeão brasileiro em 2008 e ainda trouxe Washington, Arouca, Eduardo Costa, Junior César, Renato Silva e Wagner Diniz - este último atualmente emprestado ao Santos.
"Trabalho com esta possibilidade de perder jogadores, e não é só o São Paulo que faz isso. Todo bom jogador brasileiro é cobiçado. Mas o São Paulo está sendo muito bem administrado, não vai ser diferente desta vez. A diretoria faz de tudo para que tenhamos o controle da situação, que é o mais importante", indicou o técnico, ensinando o que é necessário para não perder qualidade.
"Controlar a situação é escolher quem pode sair e definir muito bem quem pode chegar. Acontecerão mudanças, mas estas entradas e saídas podem até deixar o time mais forte no fim do mês de agosto em relação ao início da temporada", previu o ex-zagueiro, que até tem falado com seus atletas para saber seus pensamentos em relação a deixar o Morumbi e diz ter detectado um grupo comprometido.
Além dos seis jogadores apresentados com o grupo na pré-temporada, ao longo do ano a diretoria ainda trouxe o goleiro Denis e o meia Marlos. No momento, a busca é por um lateral direito - o único que faz f unção no plantel é Zé Luis, que é volante de origem - e um zagueiro, já que o contrato com Rodrigo não será renovado e dificilmente Miranda segue no Morumbi. Os outros cobiçados têm mais chances de ficar no clube.
Neste panorama, além da diretoria, Ricardo Gomes também valoriza seu trabalho na formação de um elenco mais forte. Comandante de Bordeaux e Monaco entre 2005 e 2009, o ex-defensor diz que o futebol francês não é "tão comprador assim", mas obviamente adquire mais atletas em relação ao Brasil. E é na administração disso que deve entrar o conhecimento de um treinador.
"O treinador é uma peça fundamental na organização. O bom treinador ajuda muito na escolha das decisões, não só na parte do campo com treinos e escalações, mas na definição de quem entra e sai. No longo prazo, dependendo da estrutura e da liberdade que oferecem, os clubes que apostaram em seus treinadores venceram", apontou.
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"Trabalho com esta possibilidade de perder jogadores, e não é só o São Paulo que faz isso. Todo bom jogador brasileiro é cobiçado. Mas o São Paulo está sendo muito bem administrado, não vai ser diferente desta vez. A diretoria faz de tudo para que tenhamos o controle da situação, que é o mais importante", indicou o técnico, ensinando o que é necessário para não perder qualidade.
"Controlar a situação é escolher quem pode sair e definir muito bem quem pode chegar. Acontecerão mudanças, mas estas entradas e saídas podem até deixar o time mais forte no fim do mês de agosto em relação ao início da temporada", previu o ex-zagueiro, que até tem falado com seus atletas para saber seus pensamentos em relação a deixar o Morumbi e diz ter detectado um grupo comprometido.
Além dos seis jogadores apresentados com o grupo na pré-temporada, ao longo do ano a diretoria ainda trouxe o goleiro Denis e o meia Marlos. No momento, a busca é por um lateral direito - o único que faz f unção no plantel é Zé Luis, que é volante de origem - e um zagueiro, já que o contrato com Rodrigo não será renovado e dificilmente Miranda segue no Morumbi. Os outros cobiçados têm mais chances de ficar no clube.
Neste panorama, além da diretoria, Ricardo Gomes também valoriza seu trabalho na formação de um elenco mais forte. Comandante de Bordeaux e Monaco entre 2005 e 2009, o ex-defensor diz que o futebol francês não é "tão comprador assim", mas obviamente adquire mais atletas em relação ao Brasil. E é na administração disso que deve entrar o conhecimento de um treinador.
"O treinador é uma peça fundamental na organização. O bom treinador ajuda muito na escolha das decisões, não só na parte do campo com treinos e escalações, mas na definição de quem entra e sai. No longo prazo, dependendo da estrutura e da liberdade que oferecem, os clubes que apostaram em seus treinadores venceram", apontou.
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Ricardo Gomes molda time pelo meio e praticamente descarta três atacantes
Técnico também não pretende voltar ao 3-5-2, mesmo com mais zagueiros

Aos poucos, Ricardo Gomes vai moldando o São Paulo de acordo com suas convicções. E o treinador já deixou claro que a prioridade é o meio-campo. Justamente por acreditar que precisa jogar com quatro homens neste setor, o comandante considera difícil atuar com três atacantes.
"Não é fácil compor o time com três atacantes, pois para isso tem que mexer na estrutura do time, e aí tem o Marlos no meio. O Dagoberto já jogou mais atrás, mas é complicado. Os laterais mudariam jeito de jogar também. Não dá para falar de parte sem o todo. Não é impossível, mas muda a estrutura total da equipe", explicou o treinador.
Dagoberto, que passou duas semanas em recuperação por causa de dores na coxa direita, está à disposição para a partida deste domingo, contra o Coritiba , no Couto Pereira, pelo Brasileiro . Mas Gomes ainda não sabe se usará novamente a dupla de centroavantes Borges e Washington ou se optará pela entrada do camisa 25, sacando um dos dois homens de frente.
"O ataque que me agrada é o que marca os gols. E mais uma vez a escalação depende do que tenho no meio. Posso jogar com dois homens de área ou com jogadores de mais mobilidade, depende do tipo de jogo que eu tenho, se é mais de toque, se os lados são mais equilibrados. Mais uma vez nosso ponto forte é o meio, e encontrar a melhor formação neste setor vai ajudar na escolha dos atacantes". explicou o técnico.
Além de determinar o ataque, o meio também vai influenciar na escolha da defesa. Isso porque além de Jean Rolt e Renato Silva, titulares contra o Náutico , o treinador terá de volta Miranda, que estava com a seleção, e André Dias, que cumpriu suspensão. Mas não pretende voltar ao 3-5-2 bastante usado pelo antecessor Muricy Ramalho.
"Ter quatro zagueiros é importante. Mas a escolha que fiz para o meio é com quatro jogadores. Não é porque tenho quatro bons zagueiros que preciso escalar três", justificou Ricardo Gomes.
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Aos poucos, Ricardo Gomes vai moldando o São Paulo de acordo com suas convicções. E o treinador já deixou claro que a prioridade é o meio-campo. Justamente por acreditar que precisa jogar com quatro homens neste setor, o comandante considera difícil atuar com três atacantes.
"Não é fácil compor o time com três atacantes, pois para isso tem que mexer na estrutura do time, e aí tem o Marlos no meio. O Dagoberto já jogou mais atrás, mas é complicado. Os laterais mudariam jeito de jogar também. Não dá para falar de parte sem o todo. Não é impossível, mas muda a estrutura total da equipe", explicou o treinador.
Dagoberto, que passou duas semanas em recuperação por causa de dores na coxa direita, está à disposição para a partida deste domingo, contra o Coritiba , no Couto Pereira, pelo Brasileiro . Mas Gomes ainda não sabe se usará novamente a dupla de centroavantes Borges e Washington ou se optará pela entrada do camisa 25, sacando um dos dois homens de frente.
"O ataque que me agrada é o que marca os gols. E mais uma vez a escalação depende do que tenho no meio. Posso jogar com dois homens de área ou com jogadores de mais mobilidade, depende do tipo de jogo que eu tenho, se é mais de toque, se os lados são mais equilibrados. Mais uma vez nosso ponto forte é o meio, e encontrar a melhor formação neste setor vai ajudar na escolha dos atacantes". explicou o técnico.
Além de determinar o ataque, o meio também vai influenciar na escolha da defesa. Isso porque além de Jean Rolt e Renato Silva, titulares contra o Náutico , o treinador terá de volta Miranda, que estava com a seleção, e André Dias, que cumpriu suspensão. Mas não pretende voltar ao 3-5-2 bastante usado pelo antecessor Muricy Ramalho.
"Ter quatro zagueiros é importante. Mas a escolha que fiz para o meio é com quatro jogadores. Não é porque tenho quatro bons zagueiros que preciso escalar três", justificou Ricardo Gomes.
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Promessa tricolor, Oscar ainda não está pronto, diz o técnico Ricardo Gomes
Treinador explica que meia ainda precisa de trabalho físico maior

A diretoria do São Paulo já deixou claro que considera o jovem Oscar uma grande promessa do clube. O meia, de 17 anos, subiu para os profissionais com Muricy Ramalho. Mas não teve muitas chances. No clássico contra o Corinthians , quando o time foi comandado por Milton Cruz, o garoto entrou e deu um belo passe para Richarlyson marcar o gol são-paulino. No primeiro jogo com o técnico Ricardo Gomes, contra o Náutico , ele também ganhou uma oportunidade no segundo tempo. O novo treinador elogiou o talento do meia, mas revelou que ele ainda precisa de um trabalho físico mais elaborado para aguentar o tranco do time principal.
"Não é o problema de o menino receber ou não críticas. Não quero queimar etapas, pois ele ainda não está pronto para começar a ser titular. Com uma sequência pode ser bem aproveitado sim. O Oscar não está pronto fisicamente. Precisa de mais trabalho. Mas pode ser usado em um ou dois jogos, e talvez até me surpreenda", explicou o treinador.
Oscar foi promovido no ano passado e fez parte do elenco que ganhou o título brasileiro. Na Copa Sul-Americana, o meia fez o primeiro jogo contra o Atlético-PR, mas perdeu um pênalti e o Tricolor foi eliminado da competição. Naquela ocasião, Muricy utilizou um time quase todo formado por garotos.
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A diretoria do São Paulo já deixou claro que considera o jovem Oscar uma grande promessa do clube. O meia, de 17 anos, subiu para os profissionais com Muricy Ramalho. Mas não teve muitas chances. No clássico contra o Corinthians , quando o time foi comandado por Milton Cruz, o garoto entrou e deu um belo passe para Richarlyson marcar o gol são-paulino. No primeiro jogo com o técnico Ricardo Gomes, contra o Náutico , ele também ganhou uma oportunidade no segundo tempo. O novo treinador elogiou o talento do meia, mas revelou que ele ainda precisa de um trabalho físico mais elaborado para aguentar o tranco do time principal.
"Não é o problema de o menino receber ou não críticas. Não quero queimar etapas, pois ele ainda não está pronto para começar a ser titular. Com uma sequência pode ser bem aproveitado sim. O Oscar não está pronto fisicamente. Precisa de mais trabalho. Mas pode ser usado em um ou dois jogos, e talvez até me surpreenda", explicou o treinador.
Oscar foi promovido no ano passado e fez parte do elenco que ganhou o título brasileiro. Na Copa Sul-Americana, o meia fez o primeiro jogo contra o Atlético-PR, mas perdeu um pênalti e o Tricolor foi eliminado da competição. Naquela ocasião, Muricy utilizou um time quase todo formado por garotos.
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