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domingo, 18 de setembro de 2011

[Vídeo] Coletiva - São Paulo 4 x 0 Ceará: Juan







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São Paulo Minha Vida,um amor sem fim!

[Vídeo] Coletiva - São Paulo 4 x 0 Ceará: Adilson Batista







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São Paulo Minha Vida,um amor sem fim!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Entrevista: Rogério Ceni

Nas vésperas do milésimo jogo, goleiro relembra carreira e elo de amor com o São Paulo

http://www.saopaulofc.net/media/644656/m1t000black1200.jpg

"Tu és forte, tu és grande. Dentre os grandes és o primeiro." O hino são-paulino foi escrito nos anos 30, mas esse trecho parece ter sido feito para retratar a vida de um ídolo que só nasceria quatro décadas depois: Rogério Ceni.

O goleiro completará duas marcas importantes nesta quarta-feira (07), em jogo contra o Atlético-MG, no Morumbi: 21 anos de São Paulo e o milésimo jogo pelo Tricolor. Neste período, o torcedor são-paulino viu crescer uma figura que supera o adjetivo ídolo, um mito, uma lenda viva que deixa qualquer um emocionado por sua dedicação e amor ao São Paulo Futebol Clube. Marca que só foi possível devido a mescla de profissionalismo e amor ao clube mostrada pelo camisa 01 do Tricolor.

"Me orgulho de tudo que fiz para ter a chance de ganhar. Sempre tive determinação, profissionalismo e dedicação. É uma marca importante. Pouca gente no futebol brasileiro conseguiu esta marca no mesmo clube. Impressiona até a mim mesmo", diz Rogério.

Mil jogos. Mil passos de uma caminhada recheada de títulos, alegrias e até mesmo momentos difíceis, como o ano de 2009. Foi em abril daquela temporada que Rogério fraturou o tornozelo esquerdo durante um treinamento no CT da Barra Funda.

Muitos, como ele mesmo cita na entrevista abaixo, não acreditavam no retorno do camisa 01 aos gramados. Porém, então com 36 anos, o goleiro surpreendeu mais uma vez, voltou a atuar antes do prazo estipulado e seguiu dando alegria aos torcedores.

"Trabalhamos 128 dias, nove horas por dia de fisioterapia. Toda esta vontade de entrar em campo colabora. Já são 23 meses sem ter uma lesão grave", vibra Rogério, que esteve presente nos últimos 120 jogos do São Paulo.

São 999 jogos, 31 títulos e 103 gols. Números que ajudam a ilustrar a história de Rogério Ceni no São Paulo, trajetória que dispensa apresentações. História construída por um amor incondicional do goleiro pelo clube e do clube pelo goleiro, sentimento que fica ainda mais fortalecido com novos recordes alcançados a cada ano.

Próximo do milésimo jogo, o #M1TO abriu o coração e relembrou toda a carreira pelo Tricolor.

Entrevista com Rogério Ceni:

O início
Foi contra o Tenerife, em 1993. Foi lá onde tudo começou. Vencemos por 4 a 1. Fiquei sabendo que iria jogar uma hora e meia antes da partida. A primeira bola que veio, o cara fez gol em mim. Bateu forte e cruzado, não tinha como pegar. Mas aí reagimos. Defendi um pênalti e fomos para a final do campeonato (Santiago de Compostela). Na final estava 2 a 0 para o River Plate. Um massacre, mas aí empatamos após um deles ser expulso. Minha primeira decisão por pênaltis e defendi duas cobranças.

Destaque neste período
Teve o tricampeonato brasileiro, que foi algo inédito no país. Mas o que fica de especial ainda é a final do Mundial de 2005 contra o Liverpool. Uma representatividade grande, pois altera algo na camisa do clube.

Orgulho
Me orgulho de tudo que fiz para ter a chance de ganhar. Pois tem muita gente que se prepara e não ganha. Neste tempo deve ter tido gente até melhor que eu, mas nem teve oportunidade. Esta dedicação diária é o maior orgulho que tenho na vida.

Lesão de 2009
Muita gente achou que eu não voltaria a jogar. Foi uma lesão muito séria para alguém de 36 anos. Trabalhamos 128 dias, nove horas por dia de fisioterapia. Quebramos um recorde. Todos falavam em cinco meses e meio, mas batemos quatro meses e oito dias.

Rápida recuperação
Toda esta vontade de entrar em campo colabora. Tive três artroscopias no joelho, mas a lesão mais grave até então me deixou 35 dias fora. Já são 23 meses sem ter uma lesão grave. As pequenas dores nós vamos contornando com a fisioterapia.

Concentrações
Em momentos da vida isso é chato. Mas quando você vai para o fim da carreira a concentração se faz necessária. Hoje, aos 38 anos, é boa e necessária para prolongar a carreira. Você tem boa alimentação, uma boa noite de descanso...

Milésimo jogo
É uma marca importante. Assim como o centésimo gol é um número redondo. Pouca gente no futebol brasileiro conseguiu esta marca no mesmo clube. Impressiona até a mim mesmo. Por tudo que aconteceu. Treinos, concentrações, jogos... É algo diferente. Nem eu nos meus melhores dias imaginava.

Preparado para quarta-feira?
É uma coisa bacana. Nos tempos atuais, isso é muito difícil de acontecer. Nada melhor do que comemorar este dia com uma grande vitória. Mas o jogo em si é mais importante, apesar de você levar para a história um fato de grande relevância.

Público no Morumbi
Lógico que o torcedor vai pela festa, mas vai para ver o São Paulo jogar, ganhar e tentar mais um título brasileiro, que seria uma coisa muito bacana. Espero o Morumbi esteja cheio. Torna-se algo especial para aquele torcedor são-paulino de coração.

Próximas marcas
Vou jogar até o dia que me sentir bem, com a cabeça boa para jogar. Jogar até eu tiver o ânimo de colocar a chuteira. O número que vai acabar não importa. O sétimo título brasileiro seria fechar com chave de ouro 2011. Voltar para a Libertadores é uma meta e ser campeão brasileiro também.

Rogério Ceni
Só não me conhecem quando estou dentro de casa e fecho a porta (risos). Sempre tive determinação, profissionalismo e dedicação. Nos momentos difíceis, como esta lesão de 2009, pedia para o pessoal do REFFIS fazer o terceiro turno. Falei que voltaria antes do prazo.

*Créditos ao site Oficial do São Paulo Futebol Clube

http://www.saopaulofc.net/media/644659/m1t000red1200.jpg


 

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domingo, 14 de agosto de 2011

Coletiva - São Paulo 2 x 2 Atlético-PR: Adilson Batista

Comandante tricolor fala sobre o empate no Morumbi e os desfalques para a próxima partida






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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

[Vídeo] Coletiva - São Paulo 3 x 0 Bahia: Adilson Batista

Comandante tricolor fala sobre sua primeira vitória no Morumbi






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sexta-feira, 29 de julho de 2011

De volta a São Paulo, Tricolor treina no CT e Piris é apresentado

Carlinhos e o recém-chegado lateral foram os entrevistados desta quinta (28)






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terça-feira, 19 de julho de 2011

No São Paulo, Denílson quer títulos e retorno à Seleção

Novo camisa 15 do Morumbi assinou contrato de empréstimo por um ano
http://www.saopaulofc.net/media/32186/0544_crop_galeria.jpgO bom filho à casa torna. É este o pensamento do volante Denílson , que acertou seu retorno ao clube por empréstimo de um ano. Além dos títulos que pretende conquistar pelo São Paulo, o novo camisa 15 do Morumbi espera retornar à Seleção Brasileira.

"Meu objetivo é esse. Quero chegar no São Paulo, ajudar o clube a conquistar títulos e ser convocado para a Seleção Brasileira. O Campeonato Brasileiro é muito disputado e visto por pessoas de todo o mundo. Este ano muitos jogadores voltaram e isso deixa o campeonato ainda mais competitivo", ressaltou Denílson.

O são-paulino iniciou sua carreira nas categorias de base do São Paulo. Em 2005, subiu para o elenco profissional. Considerado uma grande aposta, ele disputou 22 jogos, sendo 10 vitórias, cinco empates e sete derrotas. Ele também esteve no grupo campeão mundial de 2005. No ano seguinte foi vendido ao Arsenal, da Inglaterra.

O volante deverá ser apresentado nesta terça-feira. Na tarde desta segunda, Denílson esteve no CT da Barra Funda, se reuniu com a diretoria e acertou os últimos detalhes da negociação. Mais um reforço para o Tricolor ir em busca dos títulos do Brasileiro e Sul-Americana, além de retornar à Libertadores em 2012.

Como você se sente em retornar ao clube que o revelou?
Denílson: É um momento muito especial, até por tudo que eu fiz desde que cheguei ao São Paulo quando garoto. É um sonho que estou realizando por poder voltar e ganhar títulos. Temos condições para isso.

Quais as lições que você tira após morar na Inglaterra?
Denílson: Encontrei muitas dificuldades no começo, pois cheguei lá com 18 anos (agora tem 23). Mas fui aprendendo muitas coisas. Hoje sou uma pessoa mais consciente e mais maduro. Nesta temporada no São Paulo, eu vou procurar evoluir ainda mais e contribuir com todos.

Aos 23 anos, você já se considera um jogador experiente?
Denílson: Estou na parte dos jovens do elenco (risos). Hoje o São Paulo está numa boa fase, vem de duas vitórias seguidas no Brasileiro e isso dá aquela motivada. Está tudo a favor. Espero, com a ajuda de todos, ser campeão brasileiro aqui.

E a Libertadores?
Denílson: O São Paulo tem estrutura e um grupo muito bom para pensar na Libertadores. Temos totais condições de conquistar uma vaga para edição de 2012. Vamos atrás disso e sei que vamos conseguir.

Retornar à Seleção também é um desejo seu?
Denílson: Com certeza. Meu objetivo é esse. Quero chegar no São Paulo, ajudar o clube a conquistar títulos e ser convocado para a Seleção Brasileira. O Campeonato Brasileiro é muito disputado e visto por pessoas de todo o mundo.




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sexta-feira, 1 de julho de 2011

De saída, Miranda enaltece tri e força do elenco tricolor

Zagueiro deixa o clube após cinco anos e 260 partidas como titular
O currículo de Miranda no São Paulo é de dar inveja a qualquer jogador. Com a camisa tricolor, o zagueiro disputou 260 partidas, sendo todas como titular. Campanha coroada com o tricampeonato brasileiro consecutivo (2006, 2007 e 2008). Na tarde desta quinta-feira, ele deu sua última entrevista coletiva como atleta do clube.

A partir de julho, Miranda jogará pelo Atlético de Madrid, da Espanha, com quem já tem um pré-contrato assinado. Na saída, o são-paulino fez questão de enaltecer suas conquistas e a qualidade do grupo tricolor.

"O momento mais marcante aqui no São Paulo foram os três títulos brasileiros. O que marcou mais foi o segundo (2007), conquistado com várias rodadas de diferença para o segundo colocado", disse Miranda, que completou:

"Queria dizer que tem jogadores aqui com qualidade. Luiz Eduardo, Bruno Uvini, Xandão e Rhodolfo, que também têm qualidade. Falta um pouco de experiência, porque estão começando agora, mas isso só vai acontecer jogando".

Na última quarta-feira, antes da partida contra o Botafogo, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro, o zagueiro foi homenageado pela diretoria do São Paulo com uma placa. Miranda vai com a sensação de dever cumprido. Mas se um dia voltar ao clube, ele já traça objetivos.

"Fica para trás uma Libertadores, que gostaria de ter ganhado. Se um dia eu retornar, vou buscar este título", concluiu o jogador, que certamente já está na história do São Paulo Futebol Clube.

Números de Miranda no São Paulo:

2006: 14 jogos e 1 gol

2007: 64 jogos e 4 gols

2008: 53 jogos e 1 gol

2009: 49 jogos e 1 gol

2010: 57 jogos e 2 gols

2011: 23 jogos e 1 gol




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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Rogério analisa o jogo contra o Avaí

Capitão falou à imprensa após a vitória pelas quartas-de-final da Copa do Brasil






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Carpegiani fala sobre a vitória no Morumbi

Comandante tricolor falou à imprensa após a partida pelas quartas-de-final da Copa do Brasil






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domingo, 1 de maio de 2011

Coletiva - São Paulo 0 x 2 Santos: Carpegiani

Técnico do Tricolor falou à imprensa após a partida






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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Coletiva: Carpegiani

Comandante tricolor falou à imprensa após a partida






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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Coletiva: Lucas fala sobre o gol e a vitória

Garoto foi o destaque são-paulino na vitória diante o Mirassol neste Domingo






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quarta-feira, 30 de março de 2011

O Fabuloso chegou

Luis Fabiano concede primeira entrevista coletiva com a camisa do Tricolor
http://www.saopaulofc.net/media/21322/0755_crop_galeria.jpgO Fabuloso chegou. Uma grande festa foi preparada para a apresentação do craque, e mais de 45 mil torcedores compareceram ao Morumbi nesta terça-feira em evento que emocionou o camisa 9, que foi ovacionado pela torcida. Luis Fabiano agradeceu todo o carinho na primeira coletiva dele como novo jogador do São Paulo.

"Nunca tinha visto uma apresentação com tanto público. Algo novo, um sonho, uma coisa inesquecível que vou levar para sempre. Espero poder corresponder a tudo isso. A festa foi maravilhosa, mas amanhã (quarta-feira) já começa o trabalho", ressaltou Luis.

A contratação do atacante deixou a torcida em êxtase. Desde o anúncio feito pelo Site Oficial, os torcedores estão demonstrando todo o afeto ao jogador pelos fóruns da internet. Laço de amor que será ainda mais estreito nos próximos quatro anos, tempo de contrato de Fabuloso com o São Paulo.

Depois de seis temporadas no Sevilla, da Espanha, Luis Fabiano nunca escondeu seu desejo de retornar ao Tricolor, onde sempre foi feliz. Outros clubes, até mesmo brasileiros, fizeram propostas pelo jogador. Mas de nada adiantou. Prevaleceu o seu desejo. Fabuloso voltou para casa, um lugar onde sempre quis voltar.

"Minha vontade era voltar para o São Paulo. Só aceitei esta proposta. Quando eu soube do interesse do clube, fiquei feliz e fiz tudo possível para vir. Minha primeira opção sempre foi o São Paulo", completou o são-paulino.

Luis, em sua primeira passagem no clube paulista, disputou 160 jogos e marcou 118 gols. Neste retorno, ele não esconde o desejo por títulos e se consolidar ainda mais como um dos grandes ídolos e artilheiros da história do São Paulo. Confira agora trechos da entrevista do novo reforço são-paulino.


- Emoção na volta ao Brasil

"Começou no aeroporto, quando cheguei já havia muita gente, já foi a primeira emoção, saí no meio do torcedor e foi uma coisa nova, nunca tinha passado por isso. Hoje foi como sonho, voltar a vestir a camisa do São Paulo no Morumbi foi muito marcante, nunca havia visto uma apresentação de um jogador com tanto público aqui no Brasil, é algo novo. Essa é uma coisa inesquecível, espero poder corresponder a tudo isso"

- Seleção

"Quando saí pra Europa sempre deixei claro que gostaria de retornar ao futebol brasileiro com condição de poder jogar outros vários anos, disputar jogos em alto nível, sempre deixei claro que não gostaria de voltar com 32, 33, 34 anos, tinha esse sonho de voltar antes. Acabei realizando esse sonho e volto pensando no São Paulo. A seleção é uma coisa que ainda faz parte da minha vida, da carreira, ainda penso em seleção, tenho condição de ajudar. Mas hoje o objetivo número um é poder voltar bem no São Paulo, ser o Luis Fabiano que todos conhecem, e a seleção será consequência. Hoje eu só penso em dar certo no São Paulo, depois a seleção vai chegar dependendo do meu rendimento com a camisa do São Paulo"


- Outros três clubes sonharam com você, como foi esse período de negociação?

"Minha vontade era voltar pra cá, não aceitei nenhuma proposta, mas tive muitas. Por empréstimo é uma coisa que o Sevilla jamais aceitaria, e quando eu soube que o São Paulo estava interessado eu fiquei muito feliz, tive que fazer todo o possível pra vir pra cá, e deu certo. Eu gostaria de voltar ao Brasil, mas minha primeira opção sempre foi o São Paulo. Eu não sei se me adaptaria em outro clube a não ser aqui"


- Mesmo sem títulos a torcida te ama. Por que?

"Eu venho aqui pra continuar a minha história e pra ganhar aquilo que faltou na minha passagem anterior. Venho para ganhar títulos, lógico que tem algumas coisas importantes, como chegar a ser o quinto artilheiro da história do São Paulo, que seria uma coisa bonita. Mas meu principal objetivo é conquistar títulos, tenho quatro anos, muito tempo pra isso, lógico que se não ganhar no primeiro ano a pressão é grande. Mas acredito que com esse grupo que tem o São Paulo é possível, pois tem muito talento nesse grupo. Sou ídolo do são-paulino porque todas as vezes que entrei em campo me doei 100%. Batalhei muito, fui guerreiro. Para ganhar títulos precisa de algo mais que faltou não ocasião, mas o torcedor realmente reconhece quando o cara se doa pelo time e foi isso que eu fiz. Por isso que eu tenho o reconhecimento do torcedor"

- O que achou da apresentação?

"Fabulosa, maravilhosa, muito legal, foi demais. Aqui cabe bastante gente, por isso vem bastante gente (risos). Mostra a grandeza que tem o São Paulo, o torcedor são-paulino mostra que tem esse amor pelo clube e tenho que agradecer a tudo que foi feito para que isso acontecesse. Foi um trabalho de três semanas, desde quando eu assinei o contrato. Começou o planejamento pra essa festa, deu tudo certo e foi muito legal"

- Como foi o domingo, primeiro dia após a volta ao Brasil?

"Domingo começou espetacular, não imaginava ter tanta gente no aeroporto mesmo porque cheguei às seis da manhã. Depois uma expectativa muito grande para o clássico, muito importante, foi uma vitória espetacular, com o gol número 100 do Rogério coroou meu domingo. Foi fantástico, RCogério tem uma estrela muito grande"


- O que pensou no caminho até o Morumbi?

"Quando eu cheguei na praça e vi o tanto de gente que tinha já começou a emoção, pois parecia jogo de Libertadores e eu não imaginava que viria tanta gente. Já começou o nervosismo, a ansiedade de entrar em campo e festejar junto com a torcida. Quando eu vi realmente o tanto de gente que tinha aí sim eu fiquei muito nervoso. É uma coisa inesquecível na carreira, nunca tinha passado por isso. Só vi na Europa. Eu me imaginava estando ali, hoje pude passar por isso, foi maravilhoso, inesquecível, vai ficar marcado pra sempre na história do futebol brasileiro"


- Você já se vê no time do São Paulo?

"Espero que eu entre, me entrose o mais rápido possível com os companheiros, com os jogadores rápidos que o clube tem. Espero que eu entre e possa acrescentar aos meninos, possa ajudá-los em campo, e que eu possa acrescentar. No começo será um pouco duro, pois após ficar sete anos na Europa você tem que mudar o estilo, mas espero poder me adaptar ao time e ajudar. Quero sobretudo ajudar os meninos e entrosar o mais rápido possível. Isso é muito importante"

- Experiência

"Temperamento é uma coisa do passado, com o tempo vai adquirindo experiência. Hoje não sou aquele menino que era explosivo e não aceitava perder, hoje tenho uma certa experiência como a Copa d Mundo e hoje sou outro Luis Fabiano, um jogador mais calmo que com certeza vai pensar muito antes de fazer qualquer besteira. Não que eu não vá fazer, pois santinho ninguém é (risos). Mas como nos planos passados não vai acontecer"

- Como foi o primeiro contato com os garotos?

"Com alguns jogadores eu já tive contato. Eles me receberam superbem, com festa, dizendo que estão ansiosos de poder jogar comigo. Fico feliz, pois me senti realmente em casa com os meninos. Esse grupo, com essa união que eu vi que tem, acho que tem tudo pra conquistar muitas coisas se continuar assim com essa harmonia, união e companheirismo"




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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

[Vídeo] Coletivas: Rivaldo e Carpegiani

Autor de um golaço e eleito pela torcida o Craque do Jogo, o camisa 10 do Tricolor falou à imprensa após a vitória sobre o Linense:





Em seguida, o técnico Paulo César Carpegiani respondeu aos jornalistas:








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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Rivaldo: "Gostaria de jogar como um 10, armando o time"

Meia é apresentado e recebe a camisa 10 do São Paulo. Confira a primeira coletiva do jogador
http://www.saopaulofc.net/images_spfc/images/SP%20X%20AMERICANA%20F/Riva2.jpgO São Paulo agora tem o seu camisa 10. Nesta sexta-feira de manhã, no CT da Barra Funda, Rivaldo foi apresentado oficialmente como novo jogador do Tricolor Paulista. Em sua primeira coletiva, o atleta abordou diversos assuntos: sua ligação com o Mogi Mirim, a idade avançada, títulos e, principalmente, sua forma de atuar em campo.

Rivaldo revelou que conversou com o técnico Paulo César Carpegiani na última quinta-feira. O são-paulino admitiu ao treinador que gostaria de atuar como um famoso camisa 10 armando o time. No treinamento desta sexta-feira, Rivaldo atuou em posição parecida. Ele foi o principal articulador da equipe reserva.

“Conversei um pouco com o Carpegiani já. Falei que gostaria de jogar como um 10, como sempre joguei em toda minha vida. Jogar sem posição fixa para poder amar o time, fazer lançamentos e criar jogadas de gol para o São Paulo”, disse o são-paulino, que ainda sim irá respeitar qualquer decisão do treinador.

Apesar de já estar com sua documentação regularizada, Rivaldo não fará sua estreia no próximo domingo contra o Santos, na Arena Barueri. Ele fez este anuncio durante sua apresentação. A expectativa é de que ele possa fazer seu primeiro jogo no próximo dia 3 de fevereiro diante do Linense, no Morumbi.

Confira trechos da coletiva do jogador:

PROPOSTA DO SÃO PAULO: Tenho de agradecer a Deus pelo currículo que tenho. Foi um presente de Deus um convite do São Paulo aos 38 anos. Agora jogar futebol. Apesar da minha idade, eu me encontro muito bem fisicamente.


PARTE FÍSICA: Estou à disposição. Se eu estou bem, vou jogar tranquilamente. Quando time ganha, tudo fica fácil. Quando perde, já vão buscar que você está cansado. Se eu estiver cansado, peço para sair.

JOGADORES “VELHOS”: O jogador tem sua história e isso conta muito. Mas eu não vou viver do passado. Foi legal, ganhei títulos, mas ficou no passado. Tenho de fazer com que o São Paulo possa conquistar títulos. Aqui é um desafio muito grande e não são todos que têm esta coragem.

TÍTULOS: Em todos os clubes que eu passei conquistei títulos. Espero seguir com esta sorte. Mas é difícil prometer. Prometo muito empenho em campo. Nosso objetivo é conseguir os títulos. Um clube como o São Paulo passar dois anos sem conquistar títulos certamente será cobrado. Isso é normal.

FESTA DE APRESENTAÇÃO: Para mim tudo isso aqui hoje já foi uma festa. Ter uma estrutura como essa aqui de Cotia. Bateu certinho o São Paulo com a minha pessoa. Não precisava de festa. Sou um cara bem tranquilo quanto a isso. Eu tenho de fazer o meu trabalho dentro de campo.

CAMISA 10: É uma honra jogar com a camisa 10. Nunca tive medo. Para que jogou duas Copas do Mundo é tranquilo. Tem esta responsabilidade, mas estou pronto para as críticas da imprensa e a torcida. Vou tentar dar o meu melhor em campo.




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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

[Coletiva] - São Paulo 0 x 2 Corinthians - Carpegiani

Carpegiani, técnico do tricolor, fala sobre o jogo contra o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro 2010








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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"É o meu melhor momento com a camisa do São Paulo"

Após fazer o gol da vitória no clássico, Jean aproveita folga e curte o dia com sua família
http://www.saopaulofc.net/picts/4046960783564810457.jpgAté os 47 minutos do segundo tempo, o lateral-direito Jean poderia deixar o clássico contra o Santos, no Morumbi, como o vilão da partida. No entanto, o camisa 2 não desistiu, persistiu, foi guerreiro e acabou sendo coroado com o gol da vitória sobre o Santos por 4 a 3, no último domingo à noite.

Apesar do gol salvador, o são-paulino, sempre humilde, descarta o rótulo de herói. Mas admite: foi o seu melhor momento com a camisa do São Paulo. Campeão brasileiro em 2008, Jean, suspenso na última rodada, acabou ficando fora do jogo do título diante do Goiás, fora de casa.

"Não me considero um herói. Mais foi uma participação efetiva a vitória, ainda mais se tratando de um clássico. Nunca vivi este momento no São Paulo. É o melhor momento. Está sendo maravilhoso tudo isso que está acontecendo", explicou o jogador do Tricolor Paulista.

Um dia após o triunfo no clássico, Jean aproveitou o dia de folga para curtir sua família. Primeiro, ele levou o filho na escola. Depois, um almoço com a esposa e a sogra. Momento bom para passar ao lado de pessoas queridas. Ainda mais para Jean, que sempre mostrou muito empenho e profissionalismo com a camisa do São Paulo.

Confira a entrevista com Jean:

Como está sendo o dia após o clássico para você?
Está sendo um dia maravilhoso, muito especial. Nunca vivi este momento aqui no São Paulo. Aproveitei este dia para ficar com os meus familiares. Comprei uns jornais, vi minhas fotos já. Minha sogra gosta de ver os jornais (risos).


Antes do gol, você teve duas chances claras e perdeu. O quê passou pela sua cabeça?
A primeira coisa que pensei é que teria outra oportunidade. Sabia que minha hora iria chegar. Quando errei o primeiro gol, o Dagoberto me abraçou e deu apoio. No segundo lance, o Souto falou que eu ainda iria fazer um gol. Isso faz a diferença na equipe. É um clube unido. E tive a oportunidade de fazer.


Você se considera o herói da vitória são-paulina?
Não me considero não. Mas claro que foi um participação efetiva na vitória, ainda mais se tratando de um clássico. Todo o time estava lutando, mesmo com um a menos. Depois das duas chances que eu errei, continuei tentando e consegui fazer.

Desde a chegada de Carpegiani, seu futebol subiu muito de produção. Como explicar isso?
Eu gosto da liberdade que ele me dá em campo. Ele fala para eu fazer o que sei de melhor e para não ter medo de fazer. Não tem pressão da parte dele. Fala para jogar, pois as coisas vão dar certo. E eu me adaptei neste esquema dele.

Depois de uma vitória como essa, já dá para ter ainda mais claro o desejo de ir para a Libertadores?
Eu sempre achei possível uma vaga na Libertadores. Até mesmo de um título. Enquanto a taça não for entregue para algum time, vamos lutar até o fim. Quando a gente joga em time grande, nós temos metas. Agora, primeiro é a Libertadores. Depois, o título.




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sábado, 21 de agosto de 2010

Entrevista exclusiva com Maurren Maggi

A campeã olímpica fala com exclusividade ao site do Tricolor sobre os dois anos da conquista, dá seu palpite para o clássico e conta da preparação em busca de mais medalhas

A vida de uma atleta de alto rendimento nem sempre se resume às pistas, viagens e competições mundo afora. Maurren Maggi é a prova de que é preciso vencer dentro e fora do esporte.

Mãe, atleta, torcedora. Maurren é um pouco de tudo.

Comemorando dois anos da conquista da medalha de ouro no salto em distância dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, a atleta do Tricolor deu entrevista exclusiva ao site oficial do São Paulo FC, relembrando momentos marcantes de sua trajetória e contando como é ganhar a vida saltando os obstáculos do cotidiano.
   

Dia 22 de agosto é o aniversário de 2 anos da sua medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008. O que vem à sua cabeça quando pensa nessa conquista?
Vem muita coisa na minha cabeça. A cada dia eu dou mais valor ao que eu fiz na minha vida, porque foi tanta dificuldade que eu passei.
É óbvio que só vêm momentos de glória na sua cabeça quando você está lá recebendo a medalha, cantando o hino... É tudo lindo e maravilhoso, mesmo. Mas eu vejo o quanto de dificuldade eu tive para poder chegar aonde eu cheguei.
Então, se eu quiser conquistar mais uma medalha e defender meu título em Londres, será um caminho longo e tão árduo quanto esse que foi em Pequim. Porque eu tenho uma medalha, então todo mundo de repente acha 'ela ganhou uma, ganhar a outra vai ser fácil'. Não é bem assim, mas eu vou fazer de tudo o que eu puder. Eu sei como se faz para ganhar uma medalha, e sei das dificuldades.

O trabalho do esportista não termina com a conquista. Suas adversárias trabalham para desbancá-la, não é mesmo?
Elas não dão folga! As minhas adversárias são novas, então elas se renovam bastante. Eu é que sou teimosa na verdade, mas eu gosto disso em mim. E acho que é o meu diferencial. É a briga de eu estar lá, é a conquista, é querer estar lá de verdade.

Como está sua preparação para 2012?
Os treinamentos estão cada vez melhores, apesar do inconveniente da última lesão na coxa. Mas isso não me impede de voltar bem. Estou muito bem.
Estou bem psicologicamente, que é o que mais importa. Meu corpo ainda tem muita coisa para melhorar, mas estou me sentindo muito bem, muito rápida, muito forte. Acho isso muito imporante.

Já está totalmente recuperada dessa última lesão?
Praticamente recuperada. A única coisa que não estou fazendo agora é trabalhar a velocidade.
A lesão atrapalhou um pouco a preparação para o Troféu Brasil (de 16 a 19 de setembro no Centro Olímpico, em São Paulo), mas não vai me impedir de saltar. Gostaria de chegar lá com uma marca expressiva. Pensava nos 7 metros. Se conseguir saltar 6,80m ainda este ano estarei no lucro e ficarei muito feliz.

Como é trabalhar com o São Paulo? Qual a importância dos profissionais e da estrutura do clube para uma atleta como você, e não apenas em sua recuperação?
Eu tenho uma história com o São Paulo FC que é muito bonita. Eu sempre tenho muito orgulho de falar que, mesmo antes de fecharmos patrocínio, eles sempre me deixaram as portas abertas para eu fazer o que eu quisesse dentro do clube.
Com o acordo com a Nestlé e o patrocínio, as portas se escancararam. São ótimos profissionais que têm me ajudado, têm facilitado bastante pra mim e tem também a parceria. É como uma família.

A Nestlé investe em seu talento. Para você qual a importância desse investimento?
A Nestlé me dá 100% de segurança para que eu possa fazer o meu trabalho. Preocupados comigo o tempo inteiro. E eu tenho uma intimidade com as pessoas que eu trabalho de falar direto, não há intermediários.
Eu quero que eles saibam como eu estou, como me sinto, como estou me preparando para brigar por medalhas. Acho que esse apoio da Nestlé abriu portas e espero que funcione para outros atletas amadores também. De repente eu sou uma pioneira para chegarem mais atletas, pois é o que buscamos.
Quem sabe no futuro não tenha uma parceria entre o São Paulo FC e a Nestlé, apoiando os jovens talentos que disputarão os Jogos Olímpicos de 2016?

A Fabiana Murer conquistou o Golden League na quinta-feira, no salto com vara. Foi a segunda atleta feminina a conquistar. Você foi a primeira, em 2002, na França. O que sentiu ao ver a Fabiana saltando e chegando a esse importante resultado?
Eu liguei pra ela! Dei os parabéns e falei "arrebenta aí". Convidei ela para jantar em casa. Esse é só o começo e ela tem muito chão pela frente. Conversamos muito após a Olimpíada e pedi para que não se preocupasse com os tropeços, pois eles são normais em nossas carreiras. Ela respondeu que eu era uma prova viva disso. Ela sabe do potencial dela, eu sei do potencial dela, e ela tem muita competência junto com o Elson. É uma atleta que tem muito o que brilhar ainda.
 
Você é uma pessoa que renasceu várias vezes...Eu falo que estou cansada. E tenho que tentar renascer toda hora.

O São Paulo está agora em um momento de reformulação e bem ou mal sempre acaba renascendo. Como você vê o futebol do São Paulo, como torcedora?
Não tenho um grande conselho para dar ao São Paulo. É uma equipe com atletas competentes. Eles estavam ligados na Libertadores. Eu também queria mais um título da Libertadores. Mas já que não veio vamos continuar trabalhando. São competentes, são guerreiros. Fases ruins todos temos e eles vão superar essa com certeza.

Um palpite para o clássico de domingo, contra o Corinthians?
Vamos ganhar, 2 a 1! Queria estar lá...

Você é fã de algum atleta?
Sou fã e amiga do Richarlyson. Do Ceni também. Eu sempre cobro ele para fazer gols, pois é sempre um espetáculo. Gosto muito também do Ricardo Oliveira e do Dagoberto. Esse time vai dar trabalho para o Corinthians!

Como é o cotidiano da Maurren?Sou uma mulher comum. Faço o jantar, faço o almoço. Vou treinar de manhã, faço o tratamento à tarde, enquanto a Sofia (filha da saltadora, de cinco anos) está na escola. Minha trajetória não é a de uma atleta comum. Eu tenho meu dia a dia e faço questão de fazer parte dele.
A Sofia já gosta mais da sua medalha de ouro?
Não (risos), ela ainda gosta mais da de prata. Mas quando chegou meu material do São Paulo, com os detalhes em dourado, os brilhos, ela gostou, sim.




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quarta-feira, 5 de maio de 2010

[Vídeo] Entrevista coletiva do Capitão após a partida









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