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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Rogério Ceni tem marca de mil jogos homenageada com escultura

O escult
Ceni tem marca de mil jogos homenageada com escultura
or gaúcho Itelvino Jahn criou uma peça de 32kg e 1m de altura para homenagear Rogério Ceni pela marca de mil jogos pelo São Paulo, que será atingida nesta quarta-feira, contra o Atlético-MG, no Morumbi.

"Imaginei o formato de uma árvore, que significa vida. As letras são os 'galhos' e a forquilha a escolha dos caminhos a seguir em direção ao céu. A madeira, por si só, representa força, firmeza e determinação", explicou Jahn.

O escultor conta ter mantido seu estilo para presentear o goleiro. "Minhas obras são conhecidas como arte orgânica. Então, pensei em associar na obra orgânica a simbologia do fato", relatou.

Além da escultura, Rogério Ceni terá uma festa especial para celebrar a marca. Antes do confronto, que já teve todos os ingressos vendidos, será exibido em um telão no Morumbi o DVD oficial com seus 100 primeiros gols.

Quem for assistir ao jogo, receberá um kit com a réplica do ingresso, uma bandeira e uma tarja de capitão. Além disso, o jogador atuará com uma camisa 'retrô' estilizada por ele mesmo. Um dos muros das arquibancadas foi pintado com a inscrição "Só nós temos Rogério Ceni #M1T000".




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São Paulo Minha Vida,um amor sem fim!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Rogério: "O dia que parar de vestir esta camisa será muito triste"

Goleiro sente dores, mas admite que amor pelo clube o coloca em campo
http://www.saopaulofc.net/media/27366/_9544_crop_galeria.jpgO goleiro Rogério Ceni completou mais uma marca importante pelo São Paulo. Ao entrar em campo na vitória sobre o Atlético-MG por 1 a 0, na última quarta-feira, na Arena do Jacaré, o camisa 01 completou 100 partidas seguidas na meta tricolor.

A última vez que desfalcou o Tricolor foi no dia 20 de janeiro de 2010. Na segunda rodada do Campeonato Paulista, o então técnico Ricardo Gomes poupou os titulares e Rogério deu lugar a Bosco. Desde então, Ceni reinou no gol do São Paulo.

O ídolo são-paulino admite sentir dores, mas a vontade de defender o clube que ama fala mais alto. Quem ganha com isso é a torcida. Diante dos mineiros, o capitão fez excelentes defesas e foi um dos destaques da equipe.

"Eu canso, mas aprendi a combater as lesões, com trabalhos musculares. O fim da carreira está chegando, então tenho de jogar o máximo, pois vai dar saudade. O dia que eu parar de vestir esta camisa será uma tristeza muito grande. Vou continuar lutando para conseguir que o São Paulo conquiste seus títulos", ressaltou Ceni.

Esta foi a segunda marca centenária de Rogério na temporada. Além do centésimo jogo, o goleiro fez seu 100° gol na carreira. Na Arena Barueri, pelo Paulista, ele marcou, de falta, um dos gols na vitória sobre o Corinthians por 2 a 1. Dagoberto fez o outro do Tricolor.




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domingo, 5 de junho de 2011

De férias após temporada na Europa, Diego Lugano visita CT do São Paulo

 http://contenti1.espn.com.br/foto/pequena/52c7592a-9d64-3c11-b2f1-a9fe44a1f4be.jpg
Um dos maiores ídolos da história recente do São Paulo, o uruguaio Diego Lugano, de férias do Fenerbahçe após o fim da temporada europeia, foi até o CT da Barra Funda visitar o clube pelo qual fez história no Brasil.

Lugano reviu antigos amigos e funcionários do clube da época em que jogava no São Paulo como o auxiliar técnico Milton Cruz e o médico José Sanchez. Perguntado sobre a possibilidade de um retorno ao Tricolor ainda neste ano, o zagueiro explicou que está feliz na Turquia e não planeja voltar ao Brasil por enquanto.

"Não é uma situação simples. Estou muito bem no clube, valorizado e respeitado por todos, minha família está muito feliz na Turquia, fomos campeões nacionais e vamos disputar a próxima Copa dos Campeões. O Fenerbahce conta comigo para a sequência dos trabalhos e eu respeito muito a instituição", disse Lugano ao site oficial do São Paulo.

"É claro que penso em voltar um dia, mas não tenho bola de cristal, não sei quando isso poderá acontecer. Não podemos esquecer também que depende da necessidade do clube. Não sou nenhum craque, não sou o Messi que pode escolher onde jogar, precisamos ver se no futuro o São Paulo vai precisar dos meus serviços", completou o zagueiro.

Vice-presidente do São Paulo João Paulo de Jesus Lopes acompanhou Lugano em sua visita ao CT e confirmou que o Tricolor espera poder contar com o zagueiro novamente no elenco. "O Lugano vai voltar, o que ainda não sabemos é quando. Além de todo futebol que tem e de ser um grande comandante dentro de campo, ele influência muito na motivação dos demais e esse é outro grande atrativo dele. Isso sem falar da veneração da torcida por seu nome", disse o dirigente.

Capitão da seleção uruguaia que chegou à semifinal na última Copa do Mundo, Lugano atuou no São Paulo por quatro temporadas, entre 2003 e 2006, sendo campeão Paulista, da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2005, e se tornou ídolo da torcida tricolor, que pede a sua volta ao clube.

"Isso arrepia. O Brasil tem os melhores jogadores do mundo, você levanta uma pedra e sai um craque e mesmo assim os torcedores se lembram de mim, o que me emociona demais. Esse carinho não tem preço. Isso me marca muito, me deixa ligado ao clube pra sempre", confessou Lugano.




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Miranda: "Sou um dos líderes desta equipe"

Zagueiro, que deixará o clube em breve, relembra trajetória de sucesso no Tricolor
http://www.saopaulofc.net/media/27937/spmiranda_wr_281011_crop_galeria.jpg"Hoje me considero um dos ídolos desta equipe."

Miranda não está errado. O zagueiro, que deixará o clube no meio desta temporada, transformou-se em um dos ídolos do São Paulo nos últimos anos. O defensor, até então desconhecido por muitos quando chegou à equipe, em 2006, tinha a missão de substituir Lugano.

A tarefa que parecia difícil se tornou fácil. Desde a estreia do zagueiro, contra o São Caetano, pelo Campeonato Brasileiro de 2006, Miranda já jogou 260 partidas pelo São Paulo e marcou dez gols. Campanha que ficou ainda mais marcada com o inédito tricampeonato brasileiro.

"Hoje me considero um dos ídolos desta equipe pelo meu futebol apresentado. Sabia que estava vindo para um dos melhores clubes do país. São três títulos brasileiros que o tempo não apaga. Isso vai ficar para a história do clube", ressaltou Miranda.

Mas esta história vitoriosa está acabando. O camisa 5 já assinou um pré-contrato com o Atlético de Madrid, da Espanha. Recuperado de dores no tornozelo esquerdo, os próximos jogos serão a oportunidade da torcida se despedir deste grande zagueiro. Em conversa com a reportagem do Site Oficial, ele não escondeu seu carinho eterno pelo Tricolor.


Confira trechos deste bate-papo com Miranda:

Site Oficial: Qual foi sua reação quando acertou com o São Paulo?
Miranda: Eu sabia que estava vindo para um dos melhores clubes do Brasil. Um clube com uma estrutura diferenciada. Isso pesou muito no meu retorno ao país.

Site Oficial: Você chegou para substituir o Lugano.
Miranda: Para mim isso foi mais uma meta, de poder mostrar meu futebol. Sempre confiei no meu trabalho, por isso retornei. Hoje me considero um dos ídolos desta equipe.

Site Oficial: Sua adaptação no clube foi muito rápida. Ao que se deve isso?
Miranda: O grupo me acolheu muito bem. A partir do momento que você está atuando como titular, isso melhora a adaptação. E também pelo meu desempenho dentro de campo. Tinha de estar preparado tecnicamente e psicologicamente para dar conta do recado.

Site Oficial: Por falar em titularidade, como você explica nunca ter sido reserva no São Paulo?
Miranda: Para mim sempre foi muito gratificante vestir esta camisa. Sempre procurei fazer o meu melhor em campo. Prova disso que fui titular em todas as partidas desde a minha estreia no clube.

Site Oficial: Qual foi seu melhor momento aqui?
Miranda: Sempre fui um jogador regular, nunca tive altos e baixos. Sempre procurei fazer um trabalho constante, por isso sou titular até hoje.

Site Oficial: Como foi ter sido três vezes campeão brasileiro consecutivo?
Miranda: Fico muito feliz por ter feito parte deste feito inédito. Fazia tempo que o São Paulo não conquistava o Brasileiro e ganhamos três. Teve um amadurecimento grande. A partir do momento que ganhamos, aprendemos a disputar e por isso sempre estamos na briga pela liderança.


Site Oficial: Até por isso, você acha que seu nome está na história do São Paulo?
Miranda: Acima de tudo, os títulos gravam a passagem marcante que tive aqui. São três títulos brasileiros, o tempo não apaga. Vai ficar para a história do clube.

Site Oficial: Para finalizar, como está sendo este período de transição com os garotos da base?
Miranda: Acolhemos muito bem estes garotos. Já fui da base e sei o quanto é difícil. Estão mostrando o futebol deles. Vários deles estão jogando e jogando bem.




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sexta-feira, 27 de maio de 2011

'Navio Tricolor' comemora os 20 anos do 1º Mundial

Lançado nesta quinta-feira, cruzeiro acontecerá entre 9 e 12 de abril de 2012
O torcedor são-paulino já pode arrumar as malas e preparar o coração para muitas emoções. Na noite desta quinta-feira (26), o clube, em parceria com a Passaporte FC e a MSC Cruzeiros, lançou o Navio Tricolor, um cruzeiro que acontecerá entre 9 e 12 de abril de 2012 para comemorar o primeiro título Mundial do clube. O lançamento aconteceu no espaço Unyco Morumbi e contou com a presença de ex-jogadores daquela equipe, tendo como porta-voz o eterno camisa 10 Raí.

"É sempre um prazer reunir uma equipe que além de tudo é muito amiga, companheira. É ótimo poder compartilhar mais momentos juntos, contar histórias desse título que marcou uma época e lançou o São Paulo para o mundo", afirmou Raí. "A ideia do São Paulo é fantástica, vamos embarcar nesse projeto principalmente pelo fato de reunir amigos, pessoas que estão entre nós. É uma data expressiva para o clube e nada melhor do que comemorarmos", completou Ronaldão.

"Pra nós jogadores que tivemos essa oportunidade de participar de um grupo assim nada é mais significante do que estarmos aqui hoje lançando um evento de homenagem àquele título. Gostaria de falar ao torcedor que é um momento único de estar junto conosco, poder jogar conosco, e o mais importante é poder relembrar os bons momentos", disse Palhinha. "É sempre legal reencontrar aquelas pessoas. Aquele título foi inédito, pleno, precisamos mesmo comemorar. Ao mesmo tempo, é excelente poder encontrar os companheiros e lembrarmos de tudo isso", completou Muller.

O navio sairá do porto de Santos, passará por Ilhabela e Búzios antes de retornar ao litoral paulista. Tudo com a alta qualidade da empresa líder do setor no Brasil, a MSC Cruzeiros. Durante os quatro dias, além de desfrutar da viagem o torcedor terá uma programação especial, que remete à inesquecível campanha de 1992.

"O projeto foi cuidadosamente pensado para que tivesse toda a qualidade das ações do São Paulo FC. Não por acaso a MSC Cruzeiros, responsável pelo Navio Tricolor, é também a operadora escolhida pelo Milan, clube com o qual assinou recentemente um acordo por quatro anos", disse Adalberto Baptista, diretor de futebol do clube.

Além de conviver com os craques daquela equipe, o são-paulino poderá curtir diversos eventos. Estão previstos: Festa do Vermelho, Branco e Preto, entre outras, sessões de cinema e mesa redonda sobre a trajetória até o título, tarde de autógrafos e um jogo imperdível em Ilhabela entre Amigos do Raí x Amigos do Careca (para aqueles que desejarem desembarcar).

"O que faremos é uma grande homenagem a essa geração que tanto nos deu orgulho e glórias. A ideia do navio é poder porporcionar ao torcedor a oportunidade de conviver com esses craques durante os quatro dias. Mesmo se a MSC tivesse um navio para 16 milhões seria pequena essa homenagem a vocês, atletas", afirmou Rogério Botasso diretor-geral da Passaporte FC.

"Pra nós é um prazer muito grande estar aqui junto com esse clube. É realmente um momento de muita emoção, mais do que isso a oportunidade de somar duas marcas importantes que representam tradição, qualidade, seriedade, e podem realmente conquistar mais espaço nesse mercado", completou o diretor comercial e de marketing da MSC Cruzeiros, Adrian Ursilli.

O Navio

O MSC Armonia possui 13 andares que foram projetados para garantir o bem estar dos passageiros e fazer com que a viagem seja muito prazerosa. Em ambientes confortáveis e elegantes, o navio oferece atendimento de qualidade e serviços personalizados para 2087 hóspedes.

Com 770 cabines, os torcedores poderão descansar e curtir vários tipos de diversões a bordo. Há quatro piscinas, duas jacuzzis, um solarium - com ótima vista externa -, academia de ginástica, quadra, pista de shuffleboard, campo de minigolfe, jogging, assim como uma área para deixar as crianças aos cuidados de monitores.

Com mais de 250 metros de comprimento, os bares, lounges e restaurantes espalhados pelo navio também merecem destaque. Durante a noite, a maioria deles conta com um variado repertório de música ao vivo. E para quem gosta de interação, ainda pode curtir a discoteca e o espaço com karaokê, assim como aqueles que preferem sossego têm à disposição um SPA moderno e repleto de avançados tratamentos usados no mundo todo.




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domingo, 22 de maio de 2011

Rogério Ceni bate mais um recorde no São Paulo

Ao ser substituído contra o Fluminense, ele completou a marca de 8786 minutos na meta tricolor
http://www.saopaulofc.net/media/26748/_2841_crop_galeria.jpgO goleiro Rogério Ceni mais uma vez bateu um recorde com a camisa do São Paulo. Ao ser substituído aos 11 minutos na partida contra o Fluminense, na noite deste domingo (22), o camisa 01 completou 8786 minutos na meta são-paulina. Uma marca absoluta na história do Tricolor.

Rogério Ceni havia atuado nas últimas 97 partidas do São Paulo, sendo os 90 minutos em todas elas. A última vez que ficou fora foi na segunda rodada do Campeonato Paulista do ano passado. Na vitória contra os cariocas, ele sentiu dores no tornozelo esquerdo e deu lugar a Denis.

Rogério passará por uma nova avaliação nesta segunda-feira. José Sanchez, médico do São Paulo, alertou não ser nada grave, mas que ao mesmo tempo preocupa.

"Ele sentiu dores no tornozelo, tentou voltar, mas ficou com receio de agravar. Não é nada grave, mas preocupa. O Rogério estava se queixando mais de dores no tendão de Aquiles", ressaltou Sanchez.

Luiz Eduardo

O zagueiro, que foi titular contra o Fluminense, deixou o jogo com dores na coxa. Apesar disso, ele não preocupa. O próprio técnico Paulo César Carpegiani admitiu que não preocupa.




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terça-feira, 17 de maio de 2011

Waldemar de Brito: artilheiro implacável

O maior artilheiro da história do SPFC em média completaria hoje 98 anos.
Nesta terça-feira comemora-se o aniversário do jogador Waldemar de Brito (nascido em São Paulo a 17 de maio de 1913 e falecido em 21 de fevereiro de 1979 na mesma cidade), centro-avante extraordinário que jogou no Tricolor de 1933 a 1934 e de 1941 a 1943.

O atacante disputou somente 79 jogos pelo São Paulo FC, em uma época em que havia poucos jogos por temporada. Ainda assim, goleadornato, o jogador é o maior artilheiro da história do Tricolor em média, com uma incrível taxa de 1,06 gols por jogo! É o único atleta são-paulino a possuir marca superior a um gol por partida, superando até mesmo Friedenreich, contemporâneo de Waldemar e o segundo colocado neste ranking, com 0,83.

Os 84 gols de Waldemar de Brito em suas passagens pelo São Paulo lhe renderam honrarias pessoais, como a artilharia do Campeonato Paulista (21 gols em 14 jogos) e do Torneio Rio-São Paulo (33 gols em 22 jogos) de 1933, as primeiras artilharias da história do clube. Além disso, o são-paulino foi convocado pela Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 1934 - à revelia do clube, que teve seu jogador aliciado pela CBD, entidade a qual não era filiado.

Com a camisa da Seleção também foi artilheiro, balançando as redes em 20 oportunidades, nos 17 jogos que disputou.

Após competir por Botafogo, San Lorenzo da Argentina e Flamengo, voltou ao Tricolor em 1941, não perdendo o faro de gol (no Campeonato Paulista de 1942 foram 21 gols em 16 jogos).

Mas para Waldemar não bastava ser artilheiro, tinha que ser arrasador. Em uma partida contra o Vasco da Gama em 1933, pelo Torneio Rio-São Paulo (somente a oitava vez que vestia a camisa tricolor), o São Paulo goleou implacavelmente por 5 a 1, e os cinco gols foram de Waldemar de Brito. O artilheiro saiu de campo carregado pela multidão, que invadiu o campo em comemoração.

Poucos jogos depois, contra o América-RJ (7 a 4), novamente cinco gols em uma mesma partida. E como se não bastasse, em seguida, no famoso São Paulo 12 x 1 Sírio, pelo Campeonato Paulista, outros cinco gols. Incrível! Além dessas façanhas, Waldemar possui outros cinco hat-tricks (três gols em um mesmo jogo).

Além de seu desempenho como "Striker", o cartel de Waldemar de Brito é significativo: ao todo conseguiu 49 vitórias, 16 empates, 14 derrotas. Um dos grandes nomes da história do São Paulo Futebol Clube, sem sombra de dúvidas.

Encerrada a carreira nos gramados, Waldemar de Brito passou a atuar como treinador de futebol. Em Bauru, treinando o time local, o BAC, revelou um certo jogador chamado Dico, que posteriormente, em Santos, se consagraria com outro apelido mais popular: Pelé.












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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Sangue Celeste, Alma Tricolor

Homenagem aos bravos uruguaios que já defenderam o Tricolor
Imagine, caro leitor, a seguinte situação: Você é um jogador profissional, capitão da equipe. O jogo que se desenrola acontece no principal estádio de seu país, local que sempre considerou um verdadeiro templo de fé. Lotado, a torcida em polvorosa. Os times que se digladiam são muito bem conhecidos por você. Um deles é a seleção de sua terra natal. O outro, um clube que passou a amar e a respeitar absolutamente.

Pense que o manto que veste não é o de sua pátria, mas sim o deste clube, e que com esta camisa, suada por verdadeira garra, marque o gol da vitória de sua equipe contra a de seus conterrâneos, calando por breves segundos a todos presentes, até que uma majestosa salva de palmas rompe gradativamente o silêncio sagrado.

Agora, amigo, deixe de imaginar. Isso foi real. E ilustra bem o dom de se vestir uma camisa como se fosse sua pele.

No dia 11 de maio de 1974, há exatos 37 anos, o São Paulo entrou em campo no estádio Centenário de Montevidéu. Encarou a fortíssima seleção do Uruguai que se preparava para a Copa do Mundo daquele ano. Casa cheia, 55 mil pagantes, mais de 70 mil torcedores presentes no total. Vitória são-paulina por 1 a 0, tendo a equipe Tricolor terminado o jogo com um homem a menos - Gilberto fora expulso.

O gol da épica vitória veio de jogada entre dois uruguaios que não defendiam a Celeste Olímpica na ocasião, mas sim o Tricolor do Morumbi. Pablo Forlán passou a Pedro Rocha que avançou cara a cara com o goleiro, e guardou.

Poucas outras situações poderiam exemplificar tão bem a relação do São Paulo Futebol Clube com o Uruguai e seus atletas. História que vem de longe. Em 1950, a Seleção Campeã do Mundo, com o Maracanazo, se hospedou no Canindé, então propriedade do SPFC. Ao todo, 17 "orientais", entre jogadores e treinadores, já passaram pelo SPFC, o primeiro ainda em 1930 - Emílio Armiñana. O mais recente, por aquelas lindas e curiosas artimanhas do destino, estreou no Tricolor justamente no aniversário de 29 anos da façanha do Estádio Centenário.

Diego Lugano, Campeão Mundial e da Taça Libertadores pelo São Paulo, estreou no clube no dia 11 de maio de 2003 - oito anos atrás. Sob o rótulo de "jogador do presidente" (fora uma aposta pessoal do saudoso Marcelo Portugal Gouvêa), Lugano foi superando todas as expectativas (dando sangue pelo time, às vezes, literalmente), consagrando-se junto aos torcedores como exemplo de raça e superação tipicamente uruguaia.

Em memória desta tradição, o Site Oficial do São Paulo saúda a todos os bravos uruguaios que por aqui deixaram sua marca, suas glórias e conquistas!

Pedro Rocha marcando gol decisivo contra o Uruguai

Pedro Rocha em partida contra o Guarani

Pedro Rocha no Morumbi

Darío Pereyra contra o Corinthians

Serginho Chulapa, Darío Pereyra e mascotes

Forlán (3º) subindo ao campo com os companheiros

Forlán contra o Palmeiras

Presidente Marcelo Portugal Gouvêa e Diego Lugano

Lugano comemora a conquista da Libertadores


ACOSTA (Graciano Acosta Torres) - Volante (1937 a 1938)

AGUIRRE (Diego Vicente Aguirre Camblor) - Meia-atacante (15/06/1990 a 14/09/1990)

ARMIÑANA (Emilio Armiñana) - Meia (1930 a 1931)

CARRASCO (Juán Ramon Carrasco Torres) - Meia (11/06/1990 a 31/12/1990)

DARÍO PEREYRA (Alfonso Darío Pereyra Bueno) - Zagueiro, Volante, Meia (20/10/1977 a 09/10/1988) Técnico de 20/04/1997 a 11/02/1998

FORLÁN (Pablo Justo Forlán Lamarque) - Lateral direito, Zagueiro (18/04/1970 a 09/04/1976) Técnico de 30/05/1990 a 10/10/1990

FURTEMBACH (Ruben Alfredo Furtembach) - Lateral esquerdo, Zagueiro (01/05/1985 a 31/07/1986)

GUTIÉRREZ - Meia-direita (1936)

LUGANO (Diego Alfredo Lugano Moreno) - Zagueiro (2003 a 2006)

MATOSAS (Gustavo Christian Matosas Paidón) - Meia (1993)

PLATERO (Ramón Platero) - Técnico de 11/05/1940 a 22/12/1940

PEDRO ROCHA (Pedro Virgílio Rocha Franchetti) - Meia-esquerda (21/09/1970 a 24/09/1979)

RAMÓN (Ramón Vicente Jesus) - Volante (11/1941 a 31/08/1942)

ROSS (Conrado Ross) - Técnico de 07/03/1942 a 08/05/1943

SQUARZA (Herculano Romulo Squarza) - Zagueiro (12/04/1940 a 12/04/1942)

URRUZMENDI (Eusebio Urruzmendi) - Atacante (1951)

VEGA (Apparicio Vega) - Atacante (1934 a 1935)




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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Homenagem ao Mestre em Barueri

Vinheta no placar da Arena lembrou os cinco anos do falecimento de Telê Santana



O telão da Arena Barueri registrou, no jogo deste domingo (24), mais uma homenagem do Tricolor a um dos maiores ídolos são-paulinos de todos os tempos: Telê Santana.

O último dia 21 de abril marcou os cinco anos da morte do Mestre, tão vitorioso pelo São Paulo FC que seu período à frente do clube é conhecido como a Era Telê. Amado pela torcida e um dos principais responsáveis pela são-paulinidade de toda uma geração de tricolores, Telê tem até hoje seu nome cantado pelos são-paulinos nos jogos do time.




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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Cinco anos sem o mestre Telê Santana

Ex-treinador é um dos grandes ídolos da história do São Paulo
Nesta quinta-feira, dia 21 de abril, completa cinco anos da morte do eterno Telê Santana. Em sua memória e homenagem, o Site Oficial separou algumas imagens do ex-técnico do São Paulo. Telê teve duas passagens pelo Tricolor (1973 e 1990-1996), e é o técnico mais vencedor da história são-paulina.

Ao todo foram dez títulos oficiais conquistados, incluindo os bicampeonatos da Taça Libertadores da América e do Mundial Interclubes, que elevaram o nome do São Paulo FC a um patamar nunca antes atingido.

Eterno ídolo da torcida, que até hoje canta seu nome nos jogos do time, sua marca registrada era a disciplina imposta a seus comandados. Tudo em prol da perfeição técnica, alcançada mediante treinamento constante e rigidez de conduta.











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domingo, 27 de março de 2011

Torcida devolve: "Troco pra 100?"

São-paulinos ironizam rival após vitória deste domingo a tarde por 2 a 1, na Arena Barueri
A torcida são-paulina está em êxtase. Felicidade que veio em dobro neste domingo. Primeiro pelo centésimo gol do goleiro Rogério Ceni na carreira. E também pela vitória sobre o Corinthians por 2 a 1, na Arena Barueri. Triunfo que acabou com um tabu de 11 jogos sem vencer o rival.

Felizes da vida, os torcedores não perdoaram os perdedores. No ano passado, após uma vitória corintiana, o Site Oficial alvinegro colocou a seguinte manchete: "CPF na nota?". Em alusão ao longo tempo sem perder do rival. Mas agora os são-paulinos perguntam: "Tem troco para 100?".

Nos fóruns na internet, como Twitter, Facebook, Orkut, piadas não faltam para este momento. Pelo Twitter do Tricolor (@saopaulofc), a torcida mandou centena de mensagens com brincadeiras ao rival. Brincadeira sadia, que abrilhanta ainda mais a festa tricolor.

"@leticia_dantas2 @SaoPauloFC #Roger100!!!! só nós temos", disse uma torcedora.

" @tati_nenem @SaoPauloFC REalmente.. 100 Anos de galinhada e 100 Gols do Rogerio..", completou outra são-paulina.

Com a derrota no clássico no ano de seu centenário, o Corinthians deu pouca atenção para o clássico e ainda foi contra os fatos. No texto sobre o jogo diz que Rogério Ceni tem apenas 98 gols. Uma maneira de tirar o foco de um acontecimento que todos presenciaram. Está na história. Agora é comemorar!




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Um Mito centenário

Rogério Ceni completa 100 gols na carreira e avisa: "Não parou por aí"
http://www.saopaulofc.net/media/20503/0524_crop_galeria.jpgUm mito. Uma lenda. Um ídolo. Um monstro. E agora também centenário. O goleiro Rogério Ceni completou neste domingo à tarde mais uma marca importante em sua grandiosa carreira. Diante do Corinthians, na Arena Barueri, o camisa 1 são-paulino fez seu centésimo gol.

Marca que não poderia acontecer em outra partida. Contra um rival histórico, em um clássico recheado de emoções. Ironicamente ou não, o centenário aconteceu justamente contra o alvinegro. Quatorze anos após o primeiro gol de Rogério Ceni na vida, em 1997, contra o União São João.

Mas, Rogério, cem gols um goleiro é o mesmo que mil para um atacante? A resposta parece simples de responder. Só parece. O próprio goleiro pensou muito ao dar seu parecer. Porém, ele admite. Vai entrar para a história do futebol. Por outro lado, ele evita comparações com grandes ídolos do futebol mundial.

"É uma marca importante. É um motivo de orgulho receber todo este carinho e confiança do torcedor. Mas Pelé foi único. Não apareceu um igual. É uma história que ficará marcada. Não o centésimo em si, mas também toda a história, conjunto... De chegar nesta situação em um clube com a grandeza do São Paulo. Espero que o centésimo não pare por aí", ressaltou o capitão.

Ao todo, são 56 gols de falta e 44 de pênalti. Aos 38 e agora centenário, Rogério Ceni faz um balanço de tudo que já viveu e dos gols que marcou. O centésimo foi alcançado, mas o experiente jogador não quer parar por ai. Aqui, você encontrará uma entrevista exclusiva do Mito com o Site Oficial.

COMEÇO
A primeira vez que pensei em bater faltas foi em 1996. Comecei a treinar e bati 15 mil faltas naquele ano. Lembro que a primeira cobrança foi contra o Fluminense, depois contra o Flamengo no Maracanã. Aí logo depois saiu o primeiro gol. Se não tivesse saído aquele gol, talvez eu não teria dado sequência.

INFLUÊNCIA
Na época não tinha esta riqueza de informações que tem hoje. Não existia internet. Não tinha a possibilidade de ver tantas pessoas. Nunca tinha visto o Chilavert bater. Mas depois que comecei, me lembro do Zico, Neto, Raí... Não tive influência. Ia batendo da maneira que eu me sentia melhor. Fui desenvolvendo a força e a caída da bola no gol.

AJUDA
O Muricy Ramalho foi o que mais me ajudou. Ele me via treinando todos os dias. Para qualquer coisa na vida tem sempre alguém te olhando. Na época foi uma polêmica. A imprensa dizia que era um absurdo o goleiro bater faltas. Tinha um preconceito. O Rojas, que era meu preparador de goleiro na época, também me ajudou bastante.

PARCEIROS
Meu maior parceiro de gols foi o Aloísio. Ele gostava muito do contato físico. Provavelmente foi o cara que mais sofreu faltas para esta contage, Sou muito grato a ele. Quando ele dominava a bola, só paravam na falta. Era um estilo de jogo dele. E o França foi um dos mais inteligentes que trabalhei. Eu pegava a bola, ele já abria pelos lados do campo para arrumar o contra-ataque. Fizemos muitos gols assim. Ele era inteligente na movimentação.

MÁRIO SÉRGIO
Eu gosto muito dele. Mas ele chegou aqui no São Paulo com esta ideia fixa na cabeça para que eu não batesse faltas. Foi um ponto importante na minha carreira. Foi a reprovação de alguém. Poderia me abalar naquele momento, mas para mim foi bom. Se o cara que comanda o time disser que não, é não.

GOL MAIS EMOCIONANTE
Até hoje é o primeiro. Não sabia comemorar nem para onde correr. Foi uma grande novidade naquele momento. Poucos esperavam que eu fosse bater, tão pouco fazer. Foi muito inesperado. E um gol que eu vibrei muito foi contra o River Plate, na Libertadores de 2005, no Morumbi.

TORCIDA
O dia mais emocionante foi contra o Rosário Central, em 2004. Um estádio lotado. Depois de 10 anos nós voltamos para a Libertadores. Aquele dia eu vi as pessoas chorando, em lágrimas. Eu faço minha parte nesta hora. É um orgulho ir para casa, deitar e ver que venci mais um dia na minha vida. É muito legal ver as pessoas felizes. O futebol propicia as maiores emoções.

CENTÉSIMO E MILÉSIMO
É uma marca importante. É um motivo de orgulho receber todo este carinho e confiança do torcedor. Mas Pelé foi único. Não apareceu um igual. É uma história que ficará marcada. Não o centésimo em si, mas também toda a história, conjunto... De chegar nesta situação em um clube com a grandeza do São Paulo.

FICAR NA HISTÓRIA
Meu nome será lembrado para sempre. Mas, o mais importante do clube? Isso é uma coisa que o tempo vai dizer. Cada década surge novos ídolos que vão fazer sua história. Mas tenho certeza de que as pessoas vão sempre se lembrar do atleta, do nome Rogério Ceni. O São Paulo é minha vida e espero fazer parte da vida de muitos torcedores são-paulinos.




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sexta-feira, 11 de março de 2011

Sevilla revela proposta do São Paulo por Luis Fabiano

A diretoria do São Paulo adota muita cautela para falar sobre Luis Fabiano, mas o Sevilla revelou os planos do Tricolor na tentativa de repatriar o atacante. O diretor esportivo do clube espanhol, Ramón Rodríguez Verdejo Monchi, revelou ter recebido uma proposta do time do Morumbi pelo jogador.

"Foi feita para nós uma oferta, que estamos analisando e estudando. É complexa. Para avançar, temos que ter uma oferta que nos satisfaça, coisa que hoje não aconteceu com nenhuma", afirmou, em entrevista ao site do jornal “Orgulho de Nervión”.

O representante são-paulino que fez contato recentemente com o Sevilla foi o diretor de marketing do Tricolor, Adalberto Baptista, que aproveitou uma viagem com o filho à Europa para conversar com os espanhóis sobre o atacante.

O próprio Luís Fabiano vem deixando bem claro seu desejo de retornar ao Tricolor, que defendeu até 2004. No entanto, Monchi avisou que não cederá à pressão do atleta, já que a decisão sobre o futuro será exclusivamente do Sevilla.

"É um craque quanto ao futebol, mas, às vezes, tem seus altos e baixos. Ele tem caráter e nós apreciamos isso. Existe há algum tempo essa possibilidade de voltar ao Brasil, mas a decisão será só do Sevilla e de ninguém mais", completou.

A multa rescisória de Luis Fabiano é estimada em 13 milhões de euros (cerca de R$ 30 milhões). Os dirigentes são-paulinos falam abertamente que o clube não tem condições de bancar o valor e, por isso, a expectativa seria de um empréstimo.




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terça-feira, 8 de março de 2011

Comparado a Mineiro, Wellington avisa: "Estou pronto"

Garoto deverá ser titular na partida da próxima quinta-feira à noite diante do Ituano, no Morumbi
http://www.saopaulofc.net/images_spfc/images/SP%20X%20SAO%20CAETANO%20F/SP%20X%20FLA%20F1.jpgO volante Wellington, desde os tempos da base, sempre foi apontado como uma grande aposta no São Paulo. O garoto, de apenas 20 anos, tem tudo para brilhar em 2011. Recuperado de uma séria lesão no joelho esquerdo, o são-paulino poderá ser titular pela primeira vez na temporada.

O técnico Paulo César Carpegiani escalou o volante na equipe durante o coletivo desta terça-feira de manhã. No último domingo, Wellington já fez sua estreia no ano. Na vitória sobre o São Caetano por 2 a 0, no Anacleto Campanella, o camisa 28 entrou no segundo tempo na vaga de Rodrigo Souto.

“Estou preparado fisicamente e mentalmente para atuar os 90 minutos. Estou trabalhando para conseguir uma vaga de titular no time. Quero chegar aos 100% e vou buscar no dia a dia aprimorar cada vez mais minha parte física”, ressaltou o garoto.

No clube, Wellington tem um apelido: Mineirinho. Mais que a semelhança física entre eles, muitos dentro do Tricolor acreditam que o garoto tem muitas qualidades demonstradas pelo ex-camisa 7. Mineiro, inclusive, entrou para a história do clube ao marcar o gol do título mundial diante do Liverpool-ING, em 2005.

“O Mineiro é um grande jogador e teve boa passagem pelo São Paulo. Além disso, ele fez o gol do Mundial de 2005. Eu me inspiro em grandes jogadores iguais a ele”, concluiu a jovem promessa, que deverá iniciar o jogo contra o Ituano, na próxima quinta-feira, no Morumbi.




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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ídolo do São Paulo, Darío Pereyra torce pela vinda de Coates: 'Vai manter a tradição'

http://contenti1.espn.com.br/foto/pequena/58273b4f-fcfe-39bd-9da1-c0bc3f43bd25.jpgUm dos principais representantes da dinastia de jogadores uruguaios que se tornaram ídolos da torcida do São Paulo, o ex-zagueiro Darío Pereyra torce pela contratação do jovem compatriota Sebastian Coates, de 20 anos, do Nacional (URU), pretendido pelo clube do Morumbi. Em meio ao impacto pela chegada do veterano meia Rivaldo à equipe, Darío conversou com a reportagem do ESPN.com.br sobre mais um possível reforço são-paulino para a sequência da temporada 2011.

“Conheço o Coates, já o vi jogar no Nacional e também nas categorias de base da seleção uruguaia, no sub-20. É alto, cabeceia bem e já tem bastante experiência, apesar da pouca idade”, analisa o ídolo tricolor, que defendeu o São Paulo entre 1977 e 1988 e ganhou dois Campeonatos Brasileiros (1977 e 1986) e quatro títulos estaduais (1980, 1981, 1985 e 1987).

“Ele também é muito técnico, é um zagueiro que sabe sair jogando. Certamente tem um grande futuro pela frente, e torço para que venha mesmo para o São Paulo”, completou Darío. O ex-zagueiro, que também já teve uma passagem como técnico do time paulista, em 1997, e disputou a Copa do Mundo de 1986, no México, pela seleção uruguaia, lembrou de nomes históricos no Morumbi como Pedro Rocha, Pablo Forlán e, mais recentemente, Diego Lugano – todos uruguaios e ídolos da torcida são-paulina.

“Tudo começou com o Pedro Rocha (defendeu o São Paulo entre 1970 e 1977) e o Forlán (pai do atacante Diego Forlán, do Atlético de Madri, jogou pelo time brasileiro entre 1970 e 1976), lá atrás, que abriram as portas para os outros jogadores. Depois teve a minha passagem pelo São Paulo e, há poucos anos, veio o Lugano. É uma tradição que existe no clube, e o São Paulo sempre ganhou títulos com esses jogadores”, lembra Darío.

“Isso dá tranquilidade a quem chega, no caso o Coates, se vier mesmo. A confiança é maior. O clube sempre trata muito bem os jogadores uruguaios, que se sentem em casa. Se ele vier, vai manter a tradição”, concluiu Darío Pereyra. Coates, aliás, ganhou o apelido de “El Luganito” no Uruguai, por conta das semelhanças com Diego Lugano, ex-ídolo do São Paulo, e é apontado como seu sucessor na seleção celeste. O próprio Lugano teria indicado o jovem zagueiro à diretoria do clube brasileiro.

Em entrevista ao ESPN.com.br na última semana, o vice-presidente de futebol do São Paulo, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, revelou que a negociação com o Nacional (URU) por Coates está em andamento. “Estamos tentando viabilizar financeiramente essa contratação”, afirmou, na ocasião.

É justamente a forma de pagamento ao clube uruguaio que impede o anúncio oficial do zagueiro como novo reforço do São Paulo. O clube não revela os números de sua oferta, mas nos bastidores especula-se que, por 50% dos direitos econômicos de Coates e com a ajuda de um fundo investidor, o Nacional (URU) receberia algo em torno de US$ 2,1 milhões (cerca de R$ 3,5 milhões).

Inicialmente, o clube uruguaio pedia US$ 5 milhões (R$ 8,4 milhões) para vender o jogador em definitivo, mas por conta de dificuldades financeiras já estaria disposto a aceitar a oferta são-paulina. Outro impasse envolve o período de liberação de Coates: o time do Uruguai quer contar com o zagueiro ao menos até o fim da participação da equipe na Copa Libertadores da América, e o São Paulo gostaria de tê-lo imediatamente. Mas pode aceitar esperar até o meio do ano, quando está prevista a despedida de Miranda, que acertou sua transferência para o Atlético de Madri.




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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

São Paulo tenta furar Corinthians e também negocia por Luis Fabiano

O Corinthians não desistiu oficialmente, o empresário de Luis Fabiano dá o negócio como descartado e agora o atacante do Sevilla tem outro destino possível: o São Paulo. O Tricolor conversa com Luis Fabiano e entende que uma suposta dívida de 2 milhões de euros, do clube espanhol, poderia facilitar o negócio. Não é bem assim. O Sevilla deve 500 mil euros do salário de dezembro e mais 1,5 milhão de euros referentes ao período entre setembro de dezembro. Trata-se da parcela de luvas. Mas o clube espanhol costuma pagar esse tipo de compromisso apenas no final da temporada. Então, não é absolutamente correto dizer que há dívida.

O Sevilla segue falando em receber pelo menos 12 milhões de euros para liberar Luis Fabiano e não aceita empréstimo. Nas últimas temporadas, recusou 14 milhões de euros do Olympique de Marselha e 15 milhões de euros do Milan. É muito difícil que Luis Fabiano retorne ao São Paulo. Mas há uma negociação em andamento.




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sábado, 25 de dezembro de 2010

Para ex-ídolos, São Paulo deve priorizar base em 2011

Ao contrário de temporadas anteriores, a diretoria do São Paulo trabalha vagarosamente em busca de reforços. Até o momento, nenhum nome foi anunciado. Aliás, é a prova de que o clube irá priorizar as categorias de base, uma ideia aprovada por personagens que fizeram sucesso no Morumbi no passado.

"O São Paulo sempre foi um celeiro de craques. Na minha época, saíram atletas como Cafu, Muller, Silas, depois vieram Kaká e Júlio Baptista, todos nomes importantes no futebol internacional. O clube investiu muito neste centro de formação (em Cotia)", lembra Raí, campeão mundial em 1992.

A nova geração são-paulina é formada pelo zagueiro Bruno Uvini, os volantes Zé Vitor e Casemiro, o meia Lucas e os atacantes Henrique e Lucas Gaúcho. Raí alerta, contudo, para a função dos jogadores mais experientes - como Rogério Ceni, Alex Silva e Miranda - em ajudar as revelações. "A mescla é muito importante", diz.

Sucessor de Cafu nos anos 90, o ex-lateral direito Vitor conhece bem a sensação de integrar as categorias de base do São Paulo. Ele também ressalta a tradição do Tricolor em formar bons valores para o time profissional.

"Quando a coisa aperta, o melhor caminho é a base mesmo. O São Paulo está acostumado com esse processo", confirma Vitor, que acredita, contudo, na possibilidade de reforços no Morumbi. "Acho que o São Paulo vai fazer algumas contratações porque sempre pensa em ganhar títulos", completa.

Em 2011, o São Paulo amarga a diminuição de suas verbas com a perda da vaga na Copa Libertadores da América. Na temporada, o clube vai disputar Campeonato Paulista, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana.




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domingo, 19 de dezembro de 2010

Em carta, Lugano relembra conquista do Mundial de 2005 pelo São Paulo

O zagueiro uruguaio Diego Lugano deixou o São Paulo no meio de 2006 e hoje está estabilizado no Fenerbahce, da Turquia. Mesmo assim, o jogador não consegue se desvincular do Tricolor. No dia em que o tricampeonato mundial completou cinco anos, resolveu prestar sua homenagem por meio de uma carta, publicada pelo site oficial do clube paulista, onde diz que está fazendo festa pelo tri.

De acordo com as palavras do jogador, a felicidade proporcionada pelo título é comparável àquela sentida na ocasião do nascimento de seus três filhos: Nicolás, Thiago e Bianca. O jogador diz ainda que "o foco em ser campeão era maior do que tudo" e que pensava na família, nos amigos, em seu país e em sua cidade, além dos milhões de são paulinos que estavam no Brasil.

Lugano lembra que a equipe ficou "impressionada" ao assistir de perto a fácil classificação do Liverpool à decisão, após uma vitória por 3 a 0 sobre o Saprissa, da Costa Rica. No dia anterior, o São Paulo havia garantido sua vaga a duras penas, com uma vitória por 3 a 2 sobre o Al-Ittihad, da Arábia Saudita.

"No gol do Mineirinho foi uma festa só. Fiz questão de atravessar todo o campo para dar um abraço nele. Ele é um cara fantástico, merecia esse prêmio. Uma sensação ótima tomou conta do time, mas sabíamos que não estava nada ganho e por isso seguimos firmes, fortes na defesa, com muita marcação de todo mundo que estava em campo", lembra o ex-camisa 5 do São Paulo, que ainda elogiou Rogério Ceni.

"As defesas do Rogério são inesquecíveis também. Acho que poderíamos jogar por muito mais tempo que o título seria nosso. A gente não tomaria gol de jeito nenhum. Não tinha como não ser tricampeão naquele jogo", escreveu.

No fim do texto, Lugano diz que o planejamento traçado desde o início do ano foi recompensado. Ele agradece o falecido ex-presidente Marcelo Portugal Gouvêa, responsável por bancar sua contratação em 2003. Na ocasião, contestado por torcedores e jornalistas, o atleta chegou a ser chamado de "zagueiro do presidente."




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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Nos passos de Kaká, Breno, Hernanes...

Principal revelação do São Paulo na temporada, Lucas quer cravar seu nome na história do clube
http://www.saopaulofc.net/images_spfc/images/noticias/splucas_wr_161007.jpgNo dia 3 de janeiro deste ano, o São Paulo fez sua estreia na Copa São Paulo de Futebol Junior. Com a camisa 10, o meia Lucas mal poderia imaginar que começaria ali um ano de ouro para ele. Depois do tricampeonato da Copinha, o garoto, que foi um dos destaques da competição, subiu para o elenco profissional do Tricolor Paulista.

E não demorou muito para ele mostrar que se tornaria uma das principais revelações do clube em 2010. Sua estreia aconteceu no dia 7 de agosto, quando ele entrou por alguns minutos diante do Atlético-PR, fora de casa. Na sequência, ele engatou 19 partidas na equipe. A ascensão meteórica do jogador fez o torcedor lembrar-se de grandes revelações do time nos últimos tempos, como Kaká, Julio Baptista, Breno, Hernanes...

“Pode até haver comparação, mas cada jogador tem sua história e um caminho diferente. Futebol é assim mesmo, mas vamos esperar. Quero continuar fazendo o meu trabalho, construir minha história e cravar o meu nome aqui no São Paulo”, disse Lucas, que já pode ser incluindo no grupo dos jogadores citados acima.

Como em toda a trajetória, no caminho há alguns percalços e momentos de tristeza. Em seu primeiro ano como profissional, o camisa 37 lamenta não ter conquistado nenhuma título e nem a vaga na Libertadores de 2011. No entanto, ciente de sua responsabilidade, o garoto almeja um 2011 diferente e cheio de conquistas para o Tricolor.

“Minha vida mudou desde o começo do ano. Fui disputar a Copinha e acabamos conquistando o título. Graças a Deus deu tudo certo e eu subi para o profissional. Para mim foi um ano perfeito. Só fico triste pelo fato de não ter brigado pelos títulos. Mas feliz por chegar onde cheguei e vivenciar tudo isso”, completou Lucas.

Na equipe principal, Lucas disputou 25 partidas e marcou três gols. Para fechar este ano perfeito, definido por ele mesmo, o são-paulino foi convocado pelo técnico Ney Franco para disputar o Sul-Americano no Peru, em janeiro de 2011. Foi apenas o primeiro ano, mas certamente o garoto está no caminho certo para se transformar em um ídolo no São Paulo.




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