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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

É pensar em 2010

Distante do título, o jeito é montar outro time; André Luís está perto


O ano de 2009 acabará de um jeito diferente para o São Paulo. Após três títulos brasileiros, o Tricolor terá de se contentar com uma vaga na Libertadores. Ela virá com um empate contra o Sport, domingo, no Morumbi.

A diretoria, porém, não perde tempo. Já pensa em 2010 há alguns meses. O clube passará por uma reformulação forçada. Borges e Hugo, desde 2007 no clube, vão embora. Dagoberto também tem chance de sair - tem uma oferta do Bayern de Munique, da Alemanha. Washington e Rodrigo são outros que fazem parte da lista de jogadores com os dias contados no Morumbi.

Quatro reforços já foram contratados. Destaque do Barueri no Brasileiro, Fernandinho, cedido pela Traffic, assinou contrato por quatro temporadas. Ainda vão chegar os meias Marcelinho Paraíba e Carlinhos Paraíba, ambos do Coritiba, e o volante Júnior Dutra, do Santo André.

O quinto reforço é questão de tempo. O zagueiro André Luís, que começou no Santos e foi bem no Barueri, acerta os últimos detalhes com o Tricolor.

“Meu empresário (Toninho Silva) disse que está mais para sim do que para não. Será uma satisfação muito grande vestir essa camisa. Estou com muita vontade, não dá para recusar o São Paulo”, afirmou ao JT.

André Luís foi uma indicação do observador Milton Cruz. A avaliação é que o clube não tem nenhum zagueiro como ele, menos técnico, mas que intimida os atacantes. Os problemas disciplinares foram minimizados.

“Agora estou com outra cabeça”, disse o zagueiro, que, em 2008, se envolveu em confusão com policiais nos Aflitos, estádio do Náutico, e pegou 12 jogos de suspensão. Ele também tirou o cartão das mãos do árbitro Carlos Chandía durante um jogo entre Botafogo e Estudiantes, pela Sul-Americana.

O São Paulo ainda quer um outro zagueiro, um centroavante para o lugar de Washington e também um lateral-esquerdo.


SÃO PAULO MINHA VIDA,UM AMOR SEM FIM!

Só o trabalho cura

Ricardo Gomes confia no trabalho de campo para levantar o moral dos são-paulinos

O clima entre os jogadores na reapresentação do São Paulo na manhã desta terça-feira não poderia ser diferente. Atletas cabisbaixos procurando entender o resultado adverso em Goiânia e a nova situação da equipe na tabela, que agora depende de um empate para se garantir na Libertadores e de uma vitória sobre o Sport, além de tropeços dos três primeiros colocados, para ser campeão.
É inegável a ressaca moral do elenco, mas o técnico Ricardo Gomes já trabalha para recuperar o ânimo dos jogadores, afinal, no próximo domingo, o Tricolor fecha sua participação em outro jogo decisivo, contra o Sport, no Morumbi. O comandante são-paulino tem uma receita única para levantar o astral e fazer o grupo reagir: trabalho!
"É evidente que todos estão tristes, pra baixo. Mas tenho certeza que eles vão embora do treino de hoje melhor do que eles chegaram. Os treinos tem que superar isso. Com a preparação, a tristeza diminui e a motivação aumenta", afirma o treinador.
Logo no primeiro treino da semana, ao contrário do que vinha acontecendo após jogos anteriores, Gomes já levou a equipe a campo para atividades com bola, já com o intuito de melhorar o ambiente.
Além de comandar o primeiro treino visando o Sport, o técnico tricolor teve de conversar com alguns atletas. "O trabalho não é só em campo, conversamos também. A gente precisa cobrar reação dos atletas e mostrar que tem muito a fazer nesta semana", completou.

Jorge Wagner (na foto 1), Ricardo Gomes e Milton Cruz (acima) de cara fechada na reapresentação tricolor

Wellington e Washington em lance do treino desta manhã


São Paulo Minha Vida,um amor sem fim!

"Números não mentem, mas enganam"

Hernanes não desiste do título

É pouco provável, difícil de acreditar, mas o volante Hernanes, destaque tricolor em mais um Campeonato Brasileiro, ainda sonha com o heptacampeonato brasileiro. O camisa 10 reconhece a difícil situação tricolor, mas lembra das inúmeras surpresas que o campeonato teve.
"Os números não mentem, mas muitas vezes eles enganam. É apenas difícil, não impossível. Se deram 3% de chances é porque ainda podemos ser campeões e por isso eu ainda vou acreditar, até pelo tanto de surpresas que o campeonato já proporcionou", revelou.
Hernanes nem imagina o Grêmio facilitando o jogo para o Flamengo para prejudicar o Inter, que também concorre ao título. "Nem penso nisso, senão desmotiva. Temos que fazer nossa parte diante do Sport, fazer uma boa preparação e um bom jogo. Eles aprontaram contra o Palmeiras e nós estamos atentos pra não bobear", revelou.
Para o craque são-paulino, nem o tricampeonato consecutivo do São Paulo consola o elenco. "Não tem consolo pra derrota. O que passou, passou, não servirá de consolo. Até porque quando a gente perdeu domingo [do Goiás], a gente nem pensou no que já havia ganho. O que vale é o hoje e agora nosso foco precisa se voltar ao Sport pra garantir nossa passagem à Libertadores e esperar o que vai dar ao fim da rodada", emendou.


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Ricardo Gomes pode ter time completo pela 1ª vez neste Brasileiro

Técnico depende da absolvição de André Dias e Hugo para, enfim, escalar seu time ideal
Está novamente nas mãos dos auditores do STJD a próxima escalação do São Paulo. Isso porque Hugo e André Dias serão julgados nesta tarde pela troca de empurrões no jogo contra o Vitória e caso sejam absolvidos, o técnico Ricardo Gomes poderá, pela primeira vez desde que assumiu o time, ter todos os jogadores à sua disposição.
Em todas as partidas do campeonato, mesmo antes de Ricardo Gomes assumir a equipe, o São Paulo não pode contar com pelo menos um jogador. Em apenas três jogos o Tricolor teve um único desfalque, contra Internacional, Palmeiras e Corinthians.
Contra o Palmeiras, no segundo turno, o São Paulo até contou com todos os seus titulares. No entanto, o goleiro Bosco, que se recuperava de uma fratura na face, não ficou à disposição. Já frente ao Corinthians, Ricardo Gomes conseguiu trabalhar durante a semana com elenco completo, mas foi obrigado a cortar o goleiro Rogério Ceni horas antes do clássico - ele sofreu um edema muscular.
Nos últimos dois jogos o São Paulo foi vítima de seus próprios desfalques e ali viu a liderança ir embora. Diante do Botafogo, Ricardo Gomes não contou com seis jogadores (Jean, André Dias, Hugo, Dagoberto, Borges e Rodrigo). Já contra o Goiás o time teve quatro ausências: Borges e Dagoberto, além de Miranda e Richarlyson.
"Sempre falamos aqui que temos muitos titulares, mas com controle, e agora não controlamos as trocas. Não há time que não sinta os desfalques de quatro ou cinco titulares num mesmo jogo. Por melhor que seja o elenco, e o nosso é um dos melhores, não dá pra sair em um jogo decisivo assim. A gente acabou pagando esse preço", lamentou o treinador, que espera pela absolvição de Hugo e André Dias para escalar seu time ideal. "Confio que sejam liberados."

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Longe da taça, direção arma reformulação e promete mais espaço para os garotos

Tricolor deve liberar alguns jogadores após o Brasileirão, sonha com reforços, mas quer apostar em promessas vindas das categorias de base
Diogo, Wellington, Oscar e Henrique. A torcida do São Paulo terá de se acostumar com novos nomes na equipe que iniciará a temporada 2010. Depois de praticamente dar adeus ao sonho de conquistar o heptacampeonato brasileiro, a diretoria tricolor promete uma reformulação no elenco que dará mais espaço às jovens promessas formadas nas categorias de base.

Após a partida contra o Sport, no próximo domingo, no Morumbi, o elenco começará a sofrer mudanças. Hugo, Borges e Washington devem ser os primeiros a sair. Os contratos deles vencem no final do ano e dificilmente serão renovados. Os dois primeiros estão no clube há mais tempo e já carregam um certo desgaste com dirigentes e torcedores, enquanto o terceiro não agradou completamente. O zagueiro Rodrigo, emprestado até dezembro pelo Dínamo Kiev-UCR, é outro que pode não ficar.
Mesmo sonhando com nomes de peso para reforçar o grupo que possivelmente disputará a Taça Libertadores pela sétima vez consecutiva, a diretoria quer dar oportunidade aos garotos. As maiores expectativas estão no lateral-esquerdo Diogo, no meia Oscar e no atacante Henrique. Os dois últimos, aliás, já entraram no segundo tempo da derrota por 4 a 2 para o Goiás, domingo passado, no Serra Dourada, jogo que derrubou o Tricolor da liderança do Brasileirão.
Aproveitar mais os garotos era um desejo antigo da cúpula comandada por Juvenal Juvêncio. O presidente não concordava com os métodos de Muricy Ramalho em dar poucas chances aos atletas formados em Cotia. Nas negociações com Ricardo Gomes, esta foi uma das exigências feitas pela direção, principalmente para o clube conseguir formar novos atletas e, assim, negociá-los com o exterior para fazer caixa.
"Com certeza, em 2010, vamos ter Oscar, Henrique e Diogo fortes. Vamos ter um time muito renovado. Apesar de o título ter ficado mais distante, não me sinto decepcionado com a temporada. Estou feliz porque conseguimos realizar uma mudança de técnico e o time seguiu bem", disse o superintendente de futebol Marco Aurélio Cunha.
A direção são-paulina deve anunciar também alguns reforços logo após o Brasileirão. Os primeiros devem ser o atacante Fernandinho, do Barueri, e os meias Carlinhos Paraíba e Marcelinho Paraíba, ambos do Coritiba. O nome do zagueiro André Luís, outro do Barueri, também ganhou força nos últimos dias.


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Mestre Telê ganha documentário

História do grande treinador tricolor virou filme
Na noite da última segunda-feira (30), o restaurante Copa foi palco para o lançamento do documentário Telê Santana: meio século de futebol-arte. A obra, produzida por Ana Carla Portella e Danielle Rosa, conta a trajetória de um dos maiores treinadores da história do futebol brasileiro e também de como era a relação de Telê com seus atletas.
Como motivos para o projeto, as idealizadoras levaram em consideração a carreira mais do que vitoriosa do Mestre, além das muitas histórias interessantes que todos que conviveram com Telê têm pra contar. Além disso, o filme é uma homenagem à memória do ídolo são-paulino, que faleceu em abril de 2006.
"Somos o país do futebol, mas não temos costume de honrar a história. Por isso, optamos por exaltar o Telê, que mesmo com momentos de altos e baixos em seu caminho no futebol, foi um mito no que diz respeito ao futebol arte", comentaram as autoras do projeto.
A obra conta mais de 80 entrevistados, entre eles, como Pintado, Raí, Sócrates, Zico, Pavão e Renato Gaúcho, entre outros. São 70 minutos de imagens e depoimentos, que unidos contam a história do Mestre e de como ele foi um verdadeiro espelho para vários jogadores dentro e fora de campo.
A família de Telê apoiou totalmente o projeto, que durou quase quatro anos para ser montado. Dona Ivonette, a esposa, Renê e Sandra, filhos, e a neta Mariana prestigiaram a estreia do documentário, que futuramente será vendido como DVD.
"Estou muito emocionada e feliz por ele receber uma homenagem tão grande e também por ver o quanto o pessoal gostava dele. Sou uma mulher muito feliz por ter me casado com um grande homem como o Telê. Foi um grande trabalho, de quatro anos, e fico orgulhosa dele receber um presente desses no Brasil, que é difícil de reconhecer os ídolos", afirmou dona Ivonette, que voltou ao Morumbi pela primeira vez após o falecimento do marido.
No evento, estiveram presentes também vice-presidente de comunicação e marketing do Tricolor, Julio Casares, os ex-atletas Alemão, Caio e Euller, que tiveram Telê como treinador, além de Jair Santana, que jogou com o Mestre no Fluminense, na década de 1950. Andreas Kisser, são-paulino fanático, também marcou presença.


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Preparação para a última rodada

Time volta aos trabalhos nesta terça-feira
Após a derrota por 4 a 2 para o Goiás, no último domingo, no Serra Dourada, o elenco são-paulino volta aos trabalhos na manhã desta terça-feira (01) dando início a preparação para a última rodada do Campeonato Brasileiro.
No próximo domingo, às 17 horas, no Morumbi, o São Paulo enfrenta o Sport e encerra sua participação na edição de 2009. Um empate garante o Tricolor na próxima edição da Copa Libertadores da América. garantindo a sétima participação seguida do time na mais importante competição do continente. Já uma vitória dá aos tricolores a chance de seguir sonhando com o título nacional. Para isso, precisa torcer por tropeços de Flamengo, Internacional e Palmeiras. Durante toda a semana o grupo treinará no período da manhã.


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Diretor nega complô e crê na absolvição de Hugo e André Dias

A luta para seguir sonhando com o título de campeão brasileiro ou, ao menos, com uma vaga na próxima Libertadores da América, continuará nesta terça-feira para o São Paulo. Não somente no CT da Barra Funda, quando o grupo se reapresentará ao técnico Ricardo Gomes pela manhã, mas no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro.
A partir das 18 horas, o processo número 167/2009 entrará para apreciação dos auditores do tribunal da CBF. No banco dos réus estarão o zagueiro André Dias e o meia-atacante Hugo, ambos denunciados no mesmo artigo do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o 255 - praticar ato de hostilidade contra adversário ou companheiro de equipe (pena de um a três jogos de suspensão).
Apesar de ter sofrido duros golpes recentemente vindos do tribunal (Jean, Dagoberto e Borges pegaram pesadas penas após o jogo contra o Grêmio), no entanto, a direção do São Paulo não acredita que perderá mais jogadores antes de outra partida decisiva do Campeonato Brasileiro, domingo, ante o Sport.
"Nossa expectativa é que haja a absolvição de ambos. Qualquer coisa diferente disso estará fora de nossa expectativa", avisou o diretor João Paulo de Jesus Lopes, em contato por telefone com a GE.Net, negando qualquer semelhança entre a cena protagonizada pela dupla são-paulina com a envolvendo Obina e Maurício, do Palmeiras, diante do Grêmio (foram expulsos após trocarem socos na descida para os vestiários).
"Não houve qualquer agressão ou troca de tapas e sim um desentendimento com algum contato. Foi diferente do que aconteceu no Palmeiras e eles já foram punidos o suficiente com os cartões amarelos aplicados pelo árbitro", argumentou o dirigente, citando a decisão tomada pelo árbitro gaúcho Leandro Vuaden no momento da confusão, registrada no início da partida contra o Vitória, dia 14, no Morumbi.
Questionado se as recentes decisões do STJD não seriam um indício de que novas 'surpresas' negativas poderiam acontecer, o dirigente são-paulino preferiu ser político: "É óbvio que não ficamos felizes com as últimas decisões do tribunal, mas não vejo motivos para falar que há armação. Não acredito em complô ou em teoria da conspiração", concluiu.


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Longe do tetra, luta são-paulina é contra repescagem inédita

Se a conquista do quarto título nacional está difícil para o São Paulo, a obrigação de vencer o Sport, domingo, no Morumbi, na última rodada do Campeonato Brasileiro, ganhou ares de final por outra razão: tentar terminar a competição acima do quarto lugar na classificação.
Se bater os pernambucanos, novos integrantes da Série B em 2010, e contar com um tropeço do Internacional contra o quase rebaixado Santo André, ou do Palmeiras diante do também ameaçado Botafogo, o time do Morumbi ultrapassará ao menos um dos rivais e escapará da obrigação de ter que disputar a repescagem da Libertadores da América.
Buscando garantir presença pela 15ª vez na competição continental, a sétima consecutiva - recorde entre times brasileiros -, os comandados de Ricardo Gomes até hoje não tiveram de passar pela 'aventura' de disputar a chamada pré-Libertadores, algo que Palmeiras e Santos fizeram nos últimos anos. E se depender da confiança da diretoria, seguirão sem sentir o 'gostinho' da repescagem.
"Acreditamos que vamos conseguir a classificação para a Libertadores mais uma vez diretamente para a fase de grupos", avisou o diretor de Futebol do único time brasileiro a conquistar três vezes a competição, João Paulo de Jesus Lopes, em contato por telefone com a GE.Net.
A confiança em conseguir uma combinação favorável de resultados na última rodada do Campeonato Brasileiro é tanta que o dirigente sequer admitiu a possibilidade de traçar um planejamento diferenciado para uma eventual necessidade de disputar a repescagem. "Não há planejamento algum para isso, pois não acreditamos nem um pouco nesta hipótese", resumiu.

Retrospecto favorável

Caso não consiga escapar do mata-mata antes da fase de grupos, o São Paulo terá pela frente um adversário boliviano, ainda desconhecido, mas escapará dos campeões do Apertura (Bolívar) e Clausura (Blooming).
Independentemente do nome do rival boliviano, o Tricolor carregará consigo para uma eventual repescagem um retrospecto amplamente favorável contra os times do país. Até hoje, em três edições distintas de Libertadores da América, o São Paulo já encarou dez confrontos contra cinco equipes bolivianas diferentes, acumulando cinco vitórias, cinco empates e nenhuma derrota.
Dos cinco empates registrados, vale como curiosidade o fato de dois deles terem acontecido no Brasil: 3 a 3 com o Deportivo Municipal, na Libertadores de 1974, e 1 a 1 com o San José, na edição 1992 da competição. O Municipal, aliás, é o único dos cinco bolivianos que não perdeu para o São Paulo - empatou por 1 a 1 em La Paz.
Em 2005, último ano em que o São Paulo cruzou com um boliviano pela frente, um empate e um susto na Bolívia: 3 a 3 com o The Strongest, após estar perdendo por 3 a 1. Danilo abriu o marcador, Cuba, Soza e Escobar viraram o placar, mas Luizão e Grafite, este a três minutos do fim, decretaram a igualdade e a invencibilidade contra os times do país.


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Tricolor sofre sete gols em dois jogos, e Gomes encontra respostas nas ausências

Treinador não coloca culpa nos jogadores que enfrentaram o Goiás
O São Paulo ainda tem a melhor defesa do Brasileiro , com 42 gols sofridos, mas caiu de produção no setor justamente na reta final. Nas derrotas para o Botafogo (3 a 2) e o Goiás (4 a 2), o time sofreu sete gols no total.
E perdeu a liderança da competição, caindo para a quarta colocação. O técnico Ricardo Gomes acha que os desfalques nestes dois duelos atrapalharam o desempenho defensivo da equipe. No Engenhão, o zagueiro André Dias e o volante Jean eram as ausências, por suspensão. Já Miranda e Richarlyson não estavam no Serra Dourada pelo mesmo motivo.
"Tomamos sete gols em dois jogos. Isso fez toda a diferença. Perdemos jogadores importantes, como o Miranda e o Richarlyson. Foram mudanças significativas", explicou o treinador.
A zaga contra o Goiás foi formada por Renato Silva, André Dias e Rodrigo, formação que só havia atuado uma vez neste Brasileirão. Mesmo assim, o comandante não viu culpa dos defensores nos gols marcados pelo Esmeraldino
"Não que os jogadores tenham jogado mal contra o Goiás. No primeiro tempo, o Fernandão e o Iarley tiveram que voltar para buscar o jogo porque não tinham espaços. O Goiás fez a diferença com a chegada dos alas e dos volantes. Tivemos erros de posicionamento, mas os atletas foram bem", acrescentou o técnico.


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