"Eu não estou bichado. Tenho 30 anos e estou em um momento legal da minha carreira. Eu só vou acabar com isso (críticas) quando voltar jogando bem. Tudo isso vai acabar e com certeza vou calar muitas bocas ainda", disse o jogador, em entrevista à TV Bandeirantes.
Luís Fabiano se contundiu enquanto ainda defendia o Sevilla, no dia 6 de março, e foi anunciado pelo São Paulo no dia 11 do mesmo mês. A proximidade das datas não é suficiente para fazê-lo acreditar que a liberação para a volta ao Brasil foi influenciada pela lesão.
"Já existia a negociação, o presidente sabia que tinha acabado meu ciclo no Sevilla. Com ou sem lesão, eu viria para o São Paulo", garantiu o camisa 9, que foi apresentado para os torcedores no dia 29 de março e desde então vive a expectativa pela estreia.
No aguardo para ver o ídolo atuando novamente, os são-paulinos conviveram com "alarmes falsos". Por duas vezes, o clube chegou a anunciar a estreia do jogador e até promoveu a venda de ingressos utilizando sua imagem.
Incomodado, Luís Fabiano garante que a aposta no tratamento conservador para a lesão (sem a necessidade de cirurgia) não foi uma atitude equivocada.
"Foi uma surpresa para todo mundo. A gente não esperava que o tendão fosse cicatrizar da maneira que cicatrizou, grudando em outro músculo. Nunca tinha operado nada e a primeira vez é sempre difícil, mas foi necessário", explicou.
O departamento médido do São Paulo prometeu que voltaria a divulgar previsões para o retorno do jogador aos trabalhos com bola quando a cirurgia completasse três semanas. O prazo vence na próxima sexta-feira.

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