"O Guinãzu tem contrato de quatro anos com o Inter, mas, por causa do visto de trabalho, foi assinado por dois, com renovação por mais dois. É um contrato legal, não de gaveta, já com o salário estipulado e multa rescisória de US$ 20 milhões. Não acredito que o São Paulo possa pagar isso", explicou, lembrando que a legislação trabalhista para estrangeiros não permite visto de trabalho superior a duas temporadas.
Régis Chedid ainda rotulou como mentirosas as notícias sobre a possibilidade de o jogador ter autorizado sua negociação com o time do Morumbi, e explicou que Fabiano Ventura, detentor de uma procuração em nome do argentino, não é o representante do volante.
"As notícias que vêm sendo veiculadas são mentirosas. O Guiñazu não está livre para assinar pré-contrato com ninguém. Há uma diferença entre ter uma autorização e ser o empresário do jogador", alertou.
"Eu sou o empresário e não preciso de autorização para negociar. Ele (Fabiano) tem essa autorização, mas não há qualquer chance desse negócio sair. Há um movimento forte em São Paulo, mas não existe proposta oficial, ninguém do Inter se pronunciou e o Guiñazu não falou nada. Não existe nada até agora", concluiu, confiante na permanência do hermano no Beira-Rio.

Fique por dentro de todas as notícias de hoje do São Paulo Futebol Clube
São Paulo Minha Vida,um amor sem fim!
Nenhum comentário:
Postar um comentário