De férias com a família em João Pessoa, o atacante Henrique avisa que não pretende seguir os passos de Oscar, que tenta na Justiça a liberação de seu vínculo com o São Paulo. “Comigo está tudo normal. Tenho contrato até 2013, estou feliz, satisfeito e quero permanecer no clube”, diz. Para o superintendente Marco Aurélio Cunha, o que ocorreu com Oscar não é regra para o elenco tricolor. “O Henrique é tratado como todos os outros profissionais”, comenta.
O atacante explica que até agora não conversou com o São Paulo sobre sua situação, nem vê motivo para isso. “Estão falando um monte de coisa, mas não chegou nada para mim. Agora nesse próximo ano, espero ter mais chances e poder jogar mais. Espero que seja melhor que 2009, pois agora já tenho um ano no profissional, faço parte do elenco e estou pronto para jogar.”
Aos 18 anos, o menino busca uma vaga no ataque, que perdeu Borges e o meia Hugo, usado muitas vezes na função. Mas também veio Fernandinho, do Barueri. “A disputa será acirrada e não quero ser emprestado, prefiro jogar no São Paulo, que é sempre melhor”, afirma.
Reforços - O Tricolor não quer botar a mão no bolso para se reforçar. Só terá Cicinho, da Roma, se o jogador conseguir sua liberação. O mesmo ocorre com Fernandão, do Goiás, e Guiñazu, do Inter. Mas em todos os casos os clubes batem o pé e não aceitam perder seus jogadores sem uma compensação financeira.
SÃO PAULO MINHA VIDA,UM AMOR SEM FIM!
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