"Ele faltou. A não ser que o João Paulo (de Jesus Lopes, diretor de futebol) tenha o liberado de novo, o que eu acredito que não aconteceu, ou jogador entendeu errado. Vamos esperar os desdobramentos", explicou o vice-presidente de futebol, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, à 'GE.Net'.
Com o sumiço do jogador na manhã desta segunda, o dirigente ficou de repassar o caso aos advogados do São Paulo - a ausência de Diogo é passível de multa, uma vez que foi descumprido o contrato de trabalho. Diretor jurídico, Kalil Rocha Abdalla garante que ainda não foi comunicado sobre o ocorrido.
"O que eu estava vendo é que ele tinha sido liberado novamente", disse o diretor, ao ser informado sobre a versão de Leco. "Ainda não conversei com ele", emendou Abdalla, que até agora não recebeu a intimação do processo trabalhista movido pelo lateral.
Diogo entrou com processo no Tribunal Regional do Trabalho contra o clube, na última sexta-feira. Por ainda não ter recebido a intimação, o clube deve buscar uma cópia da ação no tribunal. Já o jogador, que segundo sua mãe teria sido orientado pelos empresários, não tem comentado sobre o assunto.

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