O sonho do São Paulo de contratar o atacante Fernandão ficou bem mais distante. Nesta sexta-feira, o diretor de futebol tricolor, João Paulo de Jesus Lopes, apresentou a contraproposta ao dirigente do Goiás, Edmo Pinheiro, que recusou a oferta e deu o assunto por encerrado.
"O João propôs alguns jogadores que não estão nos planos do São Paulo, mas também não estão nos nossos. A proposta de prestação financeira foi muito aquém e eu já dei a negociação por completamente encerrada. Não trataremos mais desse assunto, porque a diferença é oceânica e não tem a menor condição de alimentar algo que não tem possibilidade de acontecer", afirmou.
Procurado pelo São Paulo em função de Fernandão, o clube esmeraldino pediu quatro jogadores do elenco paulista e mais uma compensação financeira. O time paulista, então, colocou à disposição os atletas que não estão sendo aproveitados no Morumbi, mas Edmo Pinheiro não mostrou interesse.
O próprio diretor são-paulino admitiu que a situação se complicou, apesar de ainda não concordar que a negociação já esteja encerrada.
"O Edmo está muito firme na colocação inicial. Deixei claro que desta maneira não seria possível, mas ele tem insistido. Fiz uma contraproposta e estou sentindo muita dificuldade. Ele tinha pedido quatro jogadores, e eu coloquei as possibilidades das quais eles poderiam escolher, mas querem algumas opções que não podemos ceder", explicou Jesus Lopes.
O representante do clube goiano deixa claro que só há a possibilidade de o atacante se transferir para o Morumbi na próxima temporada. "O melhor é aguardar o ano que vem, quando o Fernandão estará livre para negociar com qualquer clube".
Edmo Pinheiro também avisou que, se ainda tivesse a esperança de contar com o atleta em 2010, o São Paulo deveria ter formulado uma oferta atrativa para convencer o Goiás, o que não aconteceu.
"A proposta é tão distante que eu disse que eles não querem o Fernandão. Se quisessem, deveriam fazer como a Lazio, que chegou e pagou pelo André Dias. Ele disse que analisou com Ricardo Gomes, Milton Cruz, Juvenal Juvêncio... Falou com todo mundo, mas eu não admitiria mais prolongar essa conversa. É um assunto sepultado. Eles querem o jogador de graça. Eu também queria ser dono do Morumbi, mas não tenho como comprar", finalizou.
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