"Quando vi 60 mil pessoas, fiquei surpreso. Nunca tinha visto uma coisa tão linda. Na hora em que a gente chegou no portão 1, lotado, falei 'meu, o que é isso? Que coisa linda, que torcida maravilhosa'. Estão de parabéns. Nosso capitão merecia essa festa linda", comentou.
Na partida contra o Figueirense, quando Adilson Batista tinha 12 desfalques para escalar o time, o volante também começou como titular. Ele acredita que a boa atuação no Orlando Scarpelli convenceu o chefe a lhe dar nova chance.
"Contra o Figueirense, fiz uma boa partida, contribuindo para a equipe. Fiz meu papel, marcando. O professor conversou comigo, deu todo apoio e tranquilidade", acrescentou o jovem meio-campista, que deve perder o lugar no time para o confronto de domingo, contra o Grêmio.
Como o lateral direito Piris está de volta da seleção paraguaia, Wellington, que jogou improvisado pelo lado do campo contra o Atlético-MG, deve tomar a vaga de Rodrigo Caio no meio.
"Estou procurando meu espaço, ainda não sou o titular absoluto. Quero ser um dia, tenho condições para isso, mas estou trabalhando, esperando minhas oportunidades. Espero aproveitá-las", completou o camisa 18.

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